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    <title>dr-anderson-silva-psiquiatra</title>
    <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br</link>
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    <item>
      <title>Consumo de álcool, saúde mental e hepatite C - o que aprendemos com um estudo recente</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/consumo-de-alcool-saude-mental-e-hepatite-c-o-que-aprendemos-com-um-estudo-recente</link>
      <description>Estudo publicado na Arquivos de Gastroenterologia avalia relação entre consumo de álcool, saúde mental e elegibilidade para tratamento da hepatite C.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao longo da minha prática e também na pesquisa acadêmica, um dos pontos que mais me chama atenção é como decisões clínicas importantes ainda são impactadas por conceitos que nem sempre refletem completamente a realidade dos dados. Recentemente, participei de um estudo publicado na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Arquivos de Gastroenterologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , no qual avaliamos pacientes com hepatite C e buscamos entender melhor a relação entre consumo de álcool, saúde mental e critérios para início de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse é um tema extremamente relevante, principalmente porque a hepatite C ainda é um problema importante de saúde pública. Muitas vezes, pacientes deixam de iniciar o tratamento por questões que poderiam ser melhor compreendidas ou contextualizadas. E foi exatamente isso que buscamos analisar com mais profundidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir da avaliação de 109 pacientes com hepatite C, conseguimos observar dados que trazem uma reflexão importante para a prática clínica, principalmente quando pensamos em decisões terapêuticas e no impacto disso na evolução da doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/Consumo+de+%C3%A1lcool-+sa%C3%BAde+mental+e+hepatite+C+-+o+que+aprendemos+com+um+estudo+recente.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O contexto do estudo e a relevância clínica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeiramente, é importante entender o cenário em que esse estudo foi desenvolvido. A hepatite C é uma doença que, se não tratada, pode evoluir para complicações graves, como cirrose e carcinoma hepatocelular. Ao mesmo tempo, o tratamento antiviral disponível atualmente é altamente eficaz, com taxas elevadas de cura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, na prática clínica, ainda existe uma certa resistência ou cautela em iniciar o tratamento em pacientes que fazem uso de álcool, mesmo que esse uso seja moderado. Muitas vezes, isso ocorre por receio de piora clínica, baixa adesão ao tratamento ou impacto negativo na saúde mental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi nesse contexto que avaliamos esses 109 pacientes, analisando tanto padrões de consumo de álcool quanto parâmetros clínicos e sintomas psiquiátricos, especialmente sintomas depressivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, um dos objetivos centrais foi entender se o consumo de álcool, especialmente em níveis moderados, realmente impactaria negativamente esses pacientes antes do início da terapia antiviral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Consumo moderado de álcool e sintomas depressivos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos achados mais interessantes do estudo foi justamente a relação entre consumo de álcool e sintomas depressivos. Tradicionalmente, existe uma associação forte entre uso de álcool e piora de quadros psiquiátricos, especialmente depressão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, o que observamos nesse grupo específico de pacientes com hepatite C foi que o uso moderado de álcool não esteve associado a sintomas depressivos mais graves. Ou seja, esses pacientes não apresentavam piora significativa do ponto de vista de saúde mental quando comparados a pacientes que não consumiam álcool.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse dado é importante porque muitas vezes existe uma tendência de generalização. Ou seja, assume-se que qualquer consumo de álcool automaticamente piora o quadro psiquiátrico, o que nem sempre se confirma na prática, especialmente quando falamos de consumo moderado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, esse achado reforça a importância de uma avaliação individualizada. Nem todo paciente que faz uso de álcool terá necessariamente um desfecho psiquiátrico pior, e isso precisa ser considerado na tomada de decisão clínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Impacto nos parâmetros clínicos antes do tratamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto relevante que avaliamos foram os parâmetros clínicos desses pacientes antes do início da terapia antiviral. Aqui, a pergunta era direta: o consumo moderado de álcool estaria associado a uma pior condição clínica?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resposta, novamente, foi bastante interessante. Não encontramos associação significativa entre consumo moderado de álcool e piores parâmetros clínicos nesse grupo de pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso sugere que, pelo menos nesse contexto específico, o consumo moderado não impactou negativamente o estado clínico dos pacientes de forma relevante antes do início do tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse resultado tem implicações práticas importantes. Muitas vezes, pacientes são excluídos ou têm o tratamento adiado por conta do uso de álcool, mesmo quando esse uso não é abusivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, ao postergar o tratamento, o que pode acontecer é justamente o agravamento da doença, com progressão da hepatite C e aumento do risco de complicações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Hepatite C como problema de saúde pública
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando ampliamos essa discussão, é fundamental lembrar que a hepatite C é um problema de saúde pública global. Trata-se de uma condição que pode evoluir de forma silenciosa por muitos anos, até que surjam complicações mais graves.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, hoje temos tratamentos altamente eficazes, que conseguem eliminar o vírus na grande maioria dos casos. Ou seja, estamos diante de uma doença tratável, com potencial de cura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, qualquer barreira ao início do tratamento precisa ser cuidadosamente avaliada. E o uso de álcool, especialmente quando moderado, não deve ser automaticamente considerado um impeditivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na prática, o que muitas vezes acontece é que pacientes que fazem algum uso de álcool acabam sendo desencorajados a iniciar o tratamento ou acabam adiando essa decisão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E isso pode ter um impacto direto na evolução da doença, aumentando o risco de cirrose, insuficiência hepática e câncer de fígado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O risco de excluir pacientes do tratamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos pontos que mais me chama atenção nesse tema é justamente o risco de exclusão de pacientes do tratamento. Quando criamos critérios muito rígidos, sem considerar a individualidade de cada caso, podemos acabar deixando pacientes sem acesso a uma terapia que poderia mudar completamente o curso da doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse estudo sugere que o consumo moderado de álcool não deve ser uma contraindicação absoluta para o início do tratamento da hepatite C.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso não significa que o uso de álcool seja recomendado ou que não deva ser abordado. Pelo contrário, o consumo de álcool deve sempre ser avaliado e, quando necessário, manejado dentro de uma abordagem clínica adequada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas é importante diferenciar consumo moderado de uso abusivo ou transtorno por uso de álcool. São situações distintas, com implicações clínicas diferentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E essa diferenciação é essencial para que a gente não tome decisões que possam prejudicar o paciente no longo prazo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A importância da avaliação individualizada
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto fundamental é a necessidade de uma avaliação individualizada. Em medicina, especialmente na psiquiatria, dificilmente uma regra geral se aplica a todos os pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada pessoa tem um contexto, uma história, um padrão de comportamento e uma resposta diferente aos fatores de risco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso da hepatite C, isso significa avaliar não apenas o consumo de álcool, mas também aspectos como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            padrão de uso
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            presença de transtornos relacionados ao uso de substâncias
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            condições psiquiátricas associadas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            suporte social
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            adesão ao tratamento
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa avaliação mais ampla permite uma tomada de decisão mais assertiva e alinhada com a realidade do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, abre espaço para intervenções mais direcionadas, como acompanhamento psiquiátrico, suporte psicossocial e estratégias de redução de danos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Limitações do estudo e necessidade de mais evidências
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como qualquer estudo, esse também tem suas limitações. Trata-se de uma amostra específica, com um número limitado de pacientes, o que exige cautela na generalização dos resultados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, estamos falando de uma análise antes do início da terapia antiviral. Ou seja, ainda é importante entender como esses pacientes evoluem ao longo do tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, é fundamental que novos estudos sejam realizados para corroborar esses achados e ampliar a compreensão sobre o tema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ciência avança justamente dessa forma: a partir de evidências que vão sendo construídas, questionadas e refinadas ao longo do tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E esse estudo contribui como mais uma peça importante nesse processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Reflexões finais sobre prática clínica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Do ponto de vista clínico, esse trabalho traz uma reflexão importante: será que estamos sendo excessivamente restritivos em algumas situações?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando pensamos em hepatite C, temos uma oportunidade clara de intervenção eficaz. E, nesse contexto, excluir pacientes com base em critérios que não necessariamente impactam negativamente o desfecho pode não ser a melhor estratégia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O consumo moderado de álcool, de acordo com os dados que encontramos, não esteve associado a piora de sintomas depressivos nem a parâmetros clínicos piores antes do tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso sugere que ele não deve ser considerado uma contraindicação absoluta para o início da terapia antiviral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais do que isso, reforça a importância de olhar para o paciente de forma mais ampla, considerando sua realidade, seus comportamentos e suas possibilidades de adesão ao tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse estudo traz um achado relevante e que pode impactar diretamente a prática clínica: o consumo moderado de álcool não deve, por si só, impedir o início do tratamento da hepatite C.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em um cenário onde a doença ainda representa um problema importante de saúde pública, facilitar o acesso ao tratamento é essencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao mesmo tempo, isso não elimina a necessidade de acompanhamento e manejo do uso de álcool, especialmente em casos mais complexos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ponto central aqui é o equilíbrio. Nem banalizar o uso de álcool, nem utilizá-lo como uma barreira automática para o tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A medicina, especialmente quando baseada em evidência, nos convida constantemente a revisar conceitos e adaptar condutas. E esse estudo é mais um passo nesse caminho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/Consumo+de+%C3%A1lcool-+sa%C3%BAde+mental+e+hepatite+C+-+o+que+aprendemos+com+um+estudo+recente.jpeg" length="132767" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 03:33:52 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Impacto dos Transtornos Mentais na Libido Feminina: Uma Análise Psiquiátrica</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/impacto-dos-transtornos-mentais-na-libido-feminina-uma-analise-psiquiatrica</link>
      <description>Explore como transtornos mentais influenciam a libido feminina, a partir da visão do Dr. Anderson Silva, médico psiquiatra que discute esta interação no podcast "Ecos da Intimidade".</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Recentemente, fui convidado pela Dra. Caroline Magnani para participar de um episódio do podcast "Ecos da Intimidade", onde abordamos um tema de vital importância na saúde feminina: a interação entre saúde mental e libido. Como psiquiatra, acredito profundamente na conexão intrínseca entre o bem-estar emocional e físico, e este tópico ressalta essa relação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a discussão, exploramos como transtornos mentais como ansiedade, depressão e transtorno afetivo bipolar podem impactar diretamente a libido feminina e, por extensão, a qualidade dos relacionamentos interpessoais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A interação entre a saúde mental e a libido feminina é complexa e multifacetada. Transtornos mentais não apenas alteram a química cerebral mas também afetam a percepção de intimidade e desejo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nossa conversa lançou luz sobre como a saúde mental comprometida pode reduzir significativamente o interesse sexual, um sintoma frequentemente negligenciado nos diagnósticos e tratamentos psiquiátricos convencionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, discutimos como o estigma associado aos transtornos mentais pode ser um grande obstáculo para as mulheres que buscam ajuda. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas evitam buscar tratamento por medo do julgamento ou da incompreensão de suas condições. Isso destaca a necessidade de educação e empatia no tratamento de questões de saúde mental, especialmente aquelas que interagem tão diretamente com aspectos íntimos da vida como a libido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Explorando o Impacto dos Transtornos Mentais na Libido Feminina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A discussão começou com a ênfase na afirmação de que "Não existe saúde sem saúde mental", que ressoa especialmente no contexto da saúde sexual. Os transtornos mentais podem levar a uma diminuição do interesse por atividades prazerosas, incluindo aquelas de natureza sexual. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso ocorre porque, durante períodos de saúde mental comprometida, como um episódio depressivo, o corpo pode priorizar a sobrevivência sobre o prazer, deixando a libido em segundo plano. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta redução não só afeta a autoestima e a satisfação pessoal mas também pode causar tensão em relacionamentos, onde uma parceria saudável depende de uma conexão íntima e reciprocidade emocional e física.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impacto Relacional dos Transtornos Mentais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do impacto direto na libido, transtornos mentais podem causar ondas de efeito em todo o tecido dos relacionamentos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Problemas de saúde mental podem criar mal-entendidos e distanciamentos entre parceiros, onde um não entende completamente as lutas do outro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A comunicação aberta sobre saúde mental ainda é um tabu em muitas sociedades, o que pode levar a ressentimentos e isolamento dentro de relacionamentos amorosos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A falta de entendimento ou empatia dos parceiros pode exacerbá-los ainda mais, dificultando a recuperação e o fortalecimento dos laços afetivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estratégias para Melhorar a Saúde Sexual e Mental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Discutimos várias estratégias que podem ser utilizadas para melhorar a saúde sexual e mental simultaneamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sublinhei a importância de uma abordagem holística que considere todos os aspectos da vida do paciente. Tratamentos eficazes devem incluir não apenas medicamentos, mas também terapias comportamentais, exercícios físicos e um bom suporte social. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parte essencial do tratamento é o empoderamento do paciente para participar ativamente de sua jornada de recuperação, escolhendo terapias que ressoem com suas necessidades e valores pessoais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Promovendo uma Vida Harmoniosa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A saúde mental é um pilar fundamental não só para o bem-estar individual mas também para a saúde relacional e sexual. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nossas discussões no podcast "Ecos da Intimidade" destacam a importância de tratar transtornos mentais com a mesma seriedade que outras condições médicas, promovendo uma abordagem integrada que valoriza tanto a saúde mental quanto a sexual. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espero que este diálogo inspire indivíduos a procurarem ajuda sem medo e a viverem vidas mais plenas e satisfatórias, tanto emocional quanto fisicamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/Impacto+dos+Transtornos+Mentais+na+Libido+Feminina+Uma+An%C3%A1lise+Psiqui%C3%A1trica.png" length="1182866" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 11:06:24 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/impacto-dos-transtornos-mentais-na-libido-feminina-uma-analise-psiquiatrica</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Psiquiatria da Infância e Adolescência: Impactos e Estratégias de Intervenção</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/psiquiatria-da-infancia-e-adolescencia-impactos-e-estrategias-de-intervencao</link>
      <description>Explore os desafios e abordagens na psiquiatria da infância e adolescência, com um foco especial no desenvolvimento, comportamento e a influência parental na formação da resiliência.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A adolescência é um período de transição crucial que não apenas marca o crescimento físico e emocional, mas também envolve significativas transformações cognitivas e sociais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a modernidade, este período tornou-se cada vez mais complexo e prolongado, desafiando os paradigmas tradicionais de desenvolvimento juvenil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Profissionais da saúde mental, especialmente os especializados em psiquiatria da infância e adolescência, encontram-se na linha de frente, adaptando-se continuamente para fornecer cuidados que respondam às necessidades dessa nova geração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este artigo discute a evolução dos conceitos de infância e adolescência, os desafios contemporâneos enfrentados por jovens, e as estratégias multiprofissionais necessárias para um tratamento eficaz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Evolução do Conceito de Adolescência e Seus Impactos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A adolescência, um estágio de transição prolongado que se estende até os 25 anos, é uma fase de intensa maturação cerebral e desenvolvimento em múltiplos aspectos: psicossocial, físico, cognitivo e emocional. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este período é considerado crítico pois o cérebro passa pelos seus últimos estágios de desenvolvimento, fechando ciclos cruciais para o comportamento adulto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ademais, a entrada precoce na puberdade e o atraso no início da vida adulta têm esticado este período, trazendo novos desafios para os jovens de hoje. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse alongamento da adolescência exige que profissionais de saúde mental reavaliem continuamente suas estratégias para atender a esse grupo de forma eficaz e empática.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o reconhecimento dessas mudanças têm implicações diretas na forma como os tratamentos e intervenções são planejados, focando não apenas na idade, mas no estágio de desenvolvimento e nas circunstâncias individuais de cada adolescente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-8386550.jpeg" alt="Psiquiatria da Infância e Adolescência em São Paulo" title="Psiquiatria da Infância e Adolescência em São Paulo"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Importância dos Pais na Formação da Resiliência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os pais desempenham um papel crucial no desenvolvimento da resiliência em crianças e adolescentes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A superproteção, comum em muitos lares, pode limitar severamente a capacidade dos jovens de enfrentar e superar desafios por conta própria. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É fundamental que os pais equilibrem o cuidado e proteção com a concessão de autonomia para que os filhos aprendam a resolver problemas e a lidar com frustrações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, a era digital trouxe consigo desafios adicionais, como o aumento do tempo de tela, que reduziu drasticamente as interações sociais presenciais entre os jovens. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este fenômeno pode diminuir as oportunidades para que crianças e adolescentes desenvolvam habilidades sociais essenciais e resiliência ao lidar com situações da vida real.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consequentemente, educar os pais sobre a importância de estabelecer limites saudáveis para o uso de tecnologia e incentivar atividades que promovam a interação social e o desenvolvimento físico pode ser tão crucial quanto o acompanhamento psiquiátrico dos jovens. Este é um aspecto que os profissionais de saúde mental frequentemente abordam em terapias familiares e sessões de aconselhamento parental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico e Colaboração Multiprofissional em Psiquiatria da Infância e Adolescência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na psiquiatria da infância e adolescência, o diagnóstico é muitas vezes um processo dinâmico e adaptativo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os profissionais de saúde devem estar preparados para revisar e ajustar suas hipóteses diagnósticas à medida que novas informações se tornam disponíveis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso envolve não apenas o acompanhamento contínuo do progresso do jovem, mas também a consideração de feedbacks de fontes como escolas e cuidadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A abordagem multiprofissional é essencial, envolvendo a colaboração de psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e outros especialistas que atendem crianças. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa colaboração enriquece o plano de tratamento e garante uma compreensão mais holística das necessidades de cada paciente, permitindo intervenções mais personalizadas e eficazes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a flexibilidade no tratamento é fundamental. Dependendo das necessidades do jovem, pode ser necessário alterar a ordem das entrevistas, começando por vezes com os pais e outras vezes diretamente com o adolescente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Respeitar a privacidade e estabelecer um contrato de confidencialidade claro são práticas que ajudam a construir uma relação de confiança entre o terapeuta e o jovem, incentivando uma comunicação aberta e honesta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Navegando Rumo ao Futuro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À medida que continuamos a explorar e entender as profundezas da psiquiatria da infância e adolescência, é evidente que a colaboração, flexibilidade e um profundo entendimento das dinâmicas familiares e sociais são essenciais para orientar nossos jovens por um caminho de saúde mental robusta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embarcando nesta jornada, profissionais, pais e educadores devem unir forças para garantir que cada jovem possa navegar com sucesso pelas complexidades da vida moderna, emergindo como indivíduos resilientes e bem ajustados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este compromisso com a saúde mental juvenil é vital para construir uma sociedade mais compreensiva e capacitada.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-8386550.jpeg" length="75962" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 20 Jun 2024 16:19:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/psiquiatria-da-infancia-e-adolescencia-impactos-e-estrategias-de-intervencao</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-8386550.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Conclusão do Mestrado e Validação da Escala de Triagem e Avaliação  para Pacientes com Transtorno por Uso de Substâncias (MATE)</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/conclusao-do-mestrado-e-validacao-da-escala-de-triagem-e-avaliacao-para-pacientes-com-transtorno-por-uso-de-substancias-mate</link>
      <description>Reflexões sobre a conclusão do meu mestrado na Faculdade de Medicina da USP, destacando a pesquisa que validou uma escala de funcionalidade crucial para pacientes com transtorno por uso de substâncias</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 28 de fevereiro de 2024, alcancei um marco significativo na minha jornada acadêmica: concluí meu mestrado na Faculdade de Medicina da USP, sob a orientação do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dr. João Maurício Castaldelli Maia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A experiência de dissertar diante de uma banca composta por profissionais tão renomados como o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. André Russowsky Brunoni
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Ricardo Abrantes do Amaral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dr. Gilberto D’Elia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            foi, sem dúvidas, um dos momentos mais enriquecedores e desafiadores desta jornada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esses profissionais não apenas avaliaram meu trabalho com um olhar crítico, mas também ofereceram sugestões valiosas que certamente vão guiar os passos futuros da minha carreira acadêmica e profissional.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irt-cdn.multiscreensite.com/md/dmtmpl/dms3rep/multi/blog_post_image.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa interação com a banca foi um processo crucial na minha formação, proporcionando-me uma perspectiva mais ampla e aprofundada sobre minha área de estudo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Não posso deixar de expressar minha imensa gratidão a todos que me apoiaram ao longo dessa jornada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           À minha família, em especial, que é um pilar de suporte incondicional, estando ao meu lado em todos os momentos, compartilhando tanto as conquistas quanto os desafios. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Aos entrevistadores, que dedicaram preciosas 484 horas de seu tempo, e aos pacientes que generosamente responderam às entrevistas, minha eterna gratidão. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/47cf1633-c96f-43ec-9e36-9de424a6471c.JPG" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, sou grato aos serviços que facilitaram nosso acesso, em especial ao CAPS AD de São Miguel e ao CAPS AD Centro de São Bernardo. A contribuição de todos os funcionários desses serviços foi indispensável para o sucesso da minha pesquisa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Minha pesquisa focou na validação de uma escala para pacientes com transtorno por uso de substâncias, um tema que, apesar de parecer distante do nosso cotidiano, é de suma importância. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Embora já existam escalas validadas no Brasil, percebo que elas não são amplamente utilizadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Acredito firmemente no potencial dessas ferramentas para padronizar a linguagem utilizada na nossa área, facilitando a comunicação e o intercâmbio de informações tanto em nível nacional quanto internacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O aspecto mais significativo da escala que validamos é sua capacidade de avaliar a funcionalidade do paciente, independentemente do transtorno por uso de substância ou de comorbidades psiquiátricas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esta abordagem focada na funcionalidade do paciente é essencial e tem uma aplicabilidade prática importante, podendo transformar a maneira como lidamos com o tratamento e a reabilitação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ao olhar para trás e refletir sobre essa jornada, sinto um profundo senso de realização e gratidão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os desafios enfrentados, as lições aprendidas e as conexões estabelecidas ao longo desse processo não apenas moldaram meu desenvolvimento acadêmico, mas também pessoal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estou comprometido em contribuir positivamente para o campo da saúde mental e do tratamento de transtornos por uso de substâncias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/cc1165a9-0a4b-4671-bf60-47ed18396ef0.JPG" length="164531" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 01 Apr 2024 15:34:51 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Desvendando o Transtorno por Uso de Álcool: Impactos e Implicações Clínicas</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/desvendando-o-transtorno-por-uso-de-alcool-impactos-e-implicacoes-clinicas</link>
      <description>Explore as nuances do transtorno por uso de álcool, desde a diferenciação do consumo casual até as graves consequências clínicas e a necessidade de tratamento especializado.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uso Casual vs. Transtorno por Uso de Álcool
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeiramente, é essencial entender que muitas pessoas consomem álcool, mas nem todas desenvolvem um transtorno por seu uso. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A nomenclatura evoluiu, passando de "alcoolismo" e "dependência de álcool" para "transtorno do uso de álcool". Dentro deste universo, muitos conseguem parar de beber por conta própria, entrando em remissão. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, outros necessitarão de mais recursos e tratamento especializado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irt-cdn.multiscreensite.com/md/dmtmpl/dms3rep/multi/blog_post_image.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Realidade dos Tratamentos nos EUA e Desafios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo realizado em 2014 nos Estados Unidos, chamado "Face Addiction in América", revelou um panorama preocupante: de dez pessoas com transtorno por uso de álcool, apenas uma recebe tratamento especializado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, muitos centros que oferecem tratamento para dependência não possuem pessoal devidamente treinado ou especializado, o que certamente impacta a eficácia do tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Consequências Econômicas e Clínicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As consequências do transtorno vão além da saúde individual. Nos Estados Unidos, em 2015, os custos com tratamentos relacionados ao álcool atingiram impressionantes $249 bilhões. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Clinicamente, o transtorno por uso de álcool causa cerca de três milhões de mortes por ano, sendo a quinta maior causa de morte prematura e incapacidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Surpreendentemente, um terço dos adultos nos EUA, em algum momento da vida, se encaixaria nos critérios para diagnóstico do transtorno.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Impactos Diretos no Corpo: Esteatose e Cirrose
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O álcool, quando consumido em excesso, tem impactos severos no corpo humano. As consequências clínicas mais comuns e preocupantes são a esteatose hepática, uma condição onde o tecido normal do fígado é substituído por tecido gorduroso, e a cirrose. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A esteatose em seus estágios iniciais é reversível, mas, quando evolui para cirrose, as possibilidades de reversão diminuem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Varizes Esofágicas e Outros Riscos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro problema grave associado ao uso excessivo de álcool são as varizes cirróticas. Estas varizes, que podem ocorrer em outras partes do corpo, como estômago e reto, são extremamente perigosas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma ruptura pode resultar em alta mortalidade. O consumo crônico de álcool também está relacionado ao desenvolvimento de carcinoma hepatocelular, um tipo de câncer de fígado. O diagnóstico, muitas vezes, é tardio, tornando o tratamento ainda mais desafiador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outras Consequências Graves e a Importância do Checkup
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do fígado, o consumo excessivo de álcool eleva o risco de câncer de esôfago, que possui uma taxa de sobrevivência de apenas 25% em cinco anos. Também há debates sobre o impacto do álcool no risco de acidente vascular encefálico (AVC). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Estudos mostram que o consumo moderado pode reduzir o risco, mas o consumo alto aumenta significativamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Diante dessas implicações, torna-se vital realizar checkups regulares, principalmente em pacientes com histórico de consumo prolongado, para garantir uma detecção precoce de problemas clínicos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4694569.jpeg" length="405349" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 07 Sep 2023 09:59:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/desvendando-o-transtorno-por-uso-de-alcool-impactos-e-implicacoes-clinicas</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Minha experiência como palestrante no 48º Congresso Médico Universitário do ABC</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/minha-experiencia-como-palestrante-no-48-congresso-medico-universitario-do-abc</link>
      <description>Minha experiência como palestrante no 48º Congresso Médico Universitário do ABC, um evento anual que reúne médicos e estudantes de medicina para compartilhar informações e descobertas recentes no campo da medicina.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, estou compartilhando minha experiência como palestrante no 48º Congresso Médico Universitário do ABC, um evento anual que reúne médicos e estudantes de medicina para compartilhar informações e descobertas recentes no campo da medicina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta oportunidade, proporcionada pelo convite do Dr. João Maurício Castaldelli Maia, com quem tive o prazer de dividir a mesa, ao lado dos doutores Guilherme Kortas e Kaê Leopoldo, foi uma experiência verdadeiramente gratificante.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irt-cdn.multiscreensite.com/md/dmtmpl/dms3rep/multi/blog_post_image.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste ano, o foco da apresentação foi sobre o transtorno por uso de substâncias, um tópico que tem relevância crescente em nossa sociedade. Para minha surpresa e satisfação, a sala estava lotada, com até mesmo pessoas sentadas no chão. Este fato me fez lembrar dos tempos de estudante, quando participei de vários congressos médicos, incluindo os da Faculdade de Medicina de Santo Amaro, onde me formei, e os da Universidade de São Paulo (USP).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Naquela época, as atividades relacionadas à saúde mental não eram tão frequentadas como agora. Portanto, fiquei bastante satisfeito com o interesse demonstrado pelos participantes do congresso.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A crescente conscientização sobre a importância da saúde mental é um sinal positivo de que estamos evoluindo como sociedade. As substâncias que causam dependência, como álcool, drogas ilícitas e medicamentos prescritos, podem ter efeitos devastadores no corpo e na mente de um indivíduo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O transtorno por uso de substâncias é uma condição séria que afeta não apenas o usuário, mas também seus entes queridos e a comunidade como um todo.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Durante o evento, discutimos nossos projetos de pesquisa em andamento, buscando novas abordagens e tratamentos para o transtorno por uso de substâncias. Este é um campo em constante evolução, e é essencial manter-se atualizado no tema.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            O 48º Congresso Médico Universitário do ABC foi uma excelente oportunidade para aprender, compartilhar experiências e colaborar com outros profissionais da área.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O evento foi muito bem organizado e estruturado, proporcionando um ambiente propício para a troca de ideias e o avanço da medicina.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fico grato por ter tido a chance de contribuir com meu conhecimento e de aprender com outros médicos e estudantes presentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/minha+experi%C3%AAncia+como+palestrante+no+48+Congresso+M%C3%A9dico+Universit%C3%A1rio+do+ABC.jpeg" length="324035" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 18 Aug 2023 12:32:01 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/minha-experiencia-como-palestrante-no-48-congresso-medico-universitario-do-abc</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/minha+experi%C3%AAncia+como+palestrante+no+48+Congresso+M%C3%A9dico+Universit%C3%A1rio+do+ABC.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Prevalência de TEPT em Veteranos de Guerra e em Crianças Acolhidas</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/prevalencia-de-tept-em-veteranos-de-guerra-e-em-criancas-acolhidas</link>
      <description>A característica essencial do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é o desenvolvimento de sintomas característicos após a exposição a um ou mais eventos traumáticos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A característica essencial do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é o desenvolvimento de sintomas característicos após a exposição a um ou mais eventos traumáticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sendo este evento um episódio concreto ou ameaça de morte, lesão grave ou violência sexual podendo ser vivenciado diretamente, testemunhado pessoalmente ou ter ocorrido com familiar ou amigo próximo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irt-cdn.multiscreensite.com/md/dmtmpl/dms3rep/multi/blog_post_image.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A apresentação clínica do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            TEPT
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é variada, podendo apresentar combinações diferentes de: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sintomas de revivência do medo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Humor anedônico ou disfórico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cognições negativas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sintomas reativos externalizantes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sintomas dissociativos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de ser uma população classicamente associada a TEPT, a prevalência em veteranos de guerra é cerca de 7%, ligeiramente maior do que os 6% da população geral. Vale ressaltar que estes dados são uma média, algumas incursões militares apresentam taxas de TEPT, após um ano de evento, acima de 30%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ainda considerando veteranos de guerra, existe uma discrepância grande relacionada a gêneros, para o feminino temos uma prevalência de TEPT de 13%, já o masculino apresenta 6%.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dados sobre transgêneros e não binários são escassos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a surpresa de muitos a prevalência de TEPT, ao longo da vida, em crianças acolhidas fica entre 14 a 16 %, no mínimo 2,3 vezes maior do que a prevalência média de veteranos de guerra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No estudo de Salazar et al. de 2013 avaliando crianças acolhidas, 80,3% haviam passado por pelo menos um evento traumático e 61,7% haviam passado por dois eventos traumáticos característicos para o desenvolvimento de TEPT.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de não ser uma população classicamente associada a TEPT, seria importante sem lembrar desde diagnóstico quando atendendo crianças acolhidas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Salazar AM, Keller TE, Gowen LK, Courtney ME. Trauma exposure and PTSD among older adolescents in foster care. Soc Psychiatry Psychiatr Epidemiol. 2013 Apr;48(4):545-51. doi: 10.1007/s00127-012-0563-0. Epub 2012 Aug 17. PMID: 22898825; PMCID: PMC4114143.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/military-men-departing-service-uniform-40820.jpeg" length="128909" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 21 Jun 2023 11:27:59 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Diagnósticos maternos e o risco de transtorno do espectro autista (TEA)</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/diagnosticos-maternos-e-o-risco-de-transtorno-do-espectro-autista-tea</link>
      <description>O estudo citado, que avaliou os diagnósticos maternos e o risco de transtorno do espectro autista (TEA), incluiu todas as 653.580 crianças nascidas entre 1998 2007 na Dinamarca e suas mães.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo citado, que avaliou os diagnósticos maternos e o risco de transtorno do espectro autista (TEA), incluiu todas as 653.580 crianças nascidas entre 1998 2007 na Dinamarca e suas mães. 7.866 (1,2%) crianças receberam diagnóstico de Transtorno do TEA. A idade média do diagnóstico de TEA foi de 6,8 anos e a idade média das mães foi de 30,3 anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DIAGNÓSTICOS NÃO CRÔNICOS associados ao TEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gastroenterite e Colite não infecciosos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diabetes Mellitus na Gravidez;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fratura de Crânio e Ossos Faciais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DIAGNÓSTICOS CRÔNICOS associados ao TEA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Transtorno Depressivo Maior Recorrente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Transtorno de Estresse Agudo, Transtorno de Adaptação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Síndrome do Intestino Irritável.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem também evidências de que traumas, mesmo na ausência de sofrimento materno notável, podem afetar o feto, porém não podemos deixar de considerar o papel da ativação imune no trauma. Evidências crescentes sugerem que a Ativação Imune Materna (AIM) pode ser um fator de risco para anormalidades nos desenvolvimentos neurológico e comportamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também existem evidências que correlacionam Depressão, Transtorno de Estresse Agudo e Transtorno de Adaptação com a AIM - esta ativação pode ser um mecanismo subjacente, mesmo que de maneira parcial, a todos os diagnósticos associados a um risco aumentado de TEA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #autismo #depressaomaterna #fatoresderisco #psiquiatra
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-8653453.jpeg" length="192179" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 18 Jan 2023 17:07:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/diagnosticos-maternos-e-o-risco-de-transtorno-do-espectro-autista-tea</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Não estamos apenas lutando contra uma epidemia; estamos lutando contra uma infodemia</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/nao-estamos-apenas-lutando-contra-uma-epidemia-estamos-lutando-contra-uma-infodemia</link>
      <description>Segundo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), “não estamos apenas lutando contra uma epidemia; estamos lutando contra uma infodemia. Notícias falsas se espalham mais rápido e facilmente do que esse vírus e são tão perigosas quanto”.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           não estamos apenas lutando contra uma epidemia; estamos lutando contra uma infodemia. Notícias falsas se espalham mais rápido e facilmente do que esse vírus e são tão perigosas quanto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeiramente, é necessário diferenciar:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Notícia falsa: publicação de informação errada sem a intenção de estar errada ou ter um propósito político na comunicação de informações falsas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Teoria da conspiração: manipulação enganosa intencional para alcançar fins políticos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tanto as teorias da conspiração quanto notícias falsas tendem a prosperar em ambientes muito polarizados, em locais onde as pessoas não se sentem seguras e onde existe baixa confiança na mídia tradicional e no governo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em ambientes onde a confiança na mídia tradicional é maior, as pessoas são menos propensas a serem expostas a diferentes fontes de informação política e a avaliar criticamente essas fontes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No estudo de De Coninck et al. de 2021, jovens acreditavam mais fortemente nessas narrativas do que as gerações mais velhas, e depressão foi correlacionada com crenças mais altas tanto em desinformação quanto em teorias da conspiração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/saudemental/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           #saudemental
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/desinforma%C3%A7%C3%A3o/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #desinformação
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4167544.jpeg" length="1156963" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Nov 2022 01:45:34 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/nao-estamos-apenas-lutando-contra-uma-epidemia-estamos-lutando-contra-uma-infodemia</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A meta-análise de Miniawi et al. de 2022</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/a-meta-analise-de-miniawi-et-al-de-2022</link>
      <description>A meta-análise de Miniawi et al. de 2022 mostrou que o risco de demência em indivíduos COM transtornos psicóticos não afetivos é 2,52 maior do que o risco daqueles SEM transtorno.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A meta-análise de Miniawi et al. de 2022 mostrou que o risco de demência em indivíduos COM transtornos psicóticos não afetivos é 2,52 maior do que o risco daqueles SEM transtorno. Este risco é maior do que o associado a outros transtornos, como depressão, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo demonstrou que pessoas com transtornos psicóticos tendiam a ser mais jovens no diagnóstico de demência e que a associação entre transtornos psicóticos e demência era mais forte quando o intervalo entre os dois diagnósticos era menor.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A esquizofrenia tem sido associada ao envelhecimento acelerado, predispondo os indivíduos a um prejuízo cognitivo precoce. Indivíduos com transtornos psicóticos, quando comparados a população geral, costumam ter menor nível educacional e consequentemente menor reserva cognitiva, além de maior prevalência de obesidade, doenças cardiovasculares, tabagismo e dietas inadequadas - fatores de risco conhecidos para o quadro demências.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma hipótese, que apesar de improvável, não pode ser descartada, é que a causa reversa, ou seja, os sintomas psicóticos seriam na verdade sintomas prodrômicos das demências ao invés de fatores de risco causais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta hipótese é pouco provável uma vez que indivíduos com início mais precoce de transtornos psicóticos apresentavam maior risco de demência, corroborando com a possibilidade de transtornos psicóticos serem um fator de risco para demência.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dada a associação observada entre transtornos psicóticos e risco futuro de demência, é importante que indivíduos com transtornos psicóticos e pessoas que desenvolvem sintomas psicóticos mais tardiamente tenham monitoramento cuidadoso de sintomas de declínio cognitivo e funcional.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência Bibliográfica:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Miniawi SE, Orgeta V, Stafford J (2022). Non-affective psychotic disorders and risk of dementia: a systematic review and meta-analysis. Psychological Medicine 1–13. https://doi.org/10.1017/S0033291722002781
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2513061.jpeg" length="699799" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 02 Nov 2022 01:32:47 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/a-meta-analise-de-miniawi-et-al-de-2022</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O pensamento dicotômico geralmente está relacionado a um processamento inflexível de informações</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/o-pensamento-dicotomico-geralmente-esta-relacionado-a-um-processamento-inflexivel-de-informacoes</link>
      <description>O pensamento dicotômico geralmente está relacionado a um processamento inflexível de informações, podendo influenciar a maneira como pensamos, sentimos ou agimos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O pensamento dicotômico geralmente está relacionado a um processamento inflexível de informações, podendo influenciar a maneira como pensamos, sentimos ou agimos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A forma dicotômica de pensar é caracterizada por uma compreensão dos estímulos de forma binária, por exemplo, “tudo ou nada” ou “branco ou preto”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta categorização pode facilitar a tomada de decisões, no entanto, entender os eventos como tendo apenas duas saídas pode trazer alguns prejuízos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A dicotomização pode inicialmente ser descrita como uma reação cognitiva adequada em períodos inicias do neurodesenvolvimento. Quando uma criança é apresentada a uma situação nova ela tenderá a formar uma representação binária simplificada dos eventos (“ruim” ou “bom”). Após essa representação inicial, ela experimentará um componente emocional, como desconforto ou ansiedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, depois de uma representação dicotomizada do evento e de uma reação emocional, geralmente ocorrerá uma resposta comportamental à situação, que pode ser uma evitação, por exemplo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas essas respostas cognitivas, emocionais e comportamentais podem variar em intensidade durante diferentes fases do neurodesenvolvimento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Embora a percepção de eventos de maneira dicotomizada seja uma experiência universal da natureza humana ao longo do neurodesenvolvimento, manifestações mais extremas e persistentes têm sido associadas a transtornos de personalidade, transtornos alimentares, agressividade e traços mal adaptativos de personalidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma revisão sobre o tema, publicada este ano (2022) por Bonfá-Araufo et al. identificou que a visão de mundo binária é uma característica comum a traços socialmente mal adaptados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse resultado sugere que indivíduos com traços desadaptativos são mais propensos a ter uma percepção pobre e tendenciosa de seu ambiente social.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/saudemental/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #saudemental
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/pensamentodicotomico/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #pensamentodicotomico
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-289998.jpeg" length="468901" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 07 Oct 2022 01:23:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/o-pensamento-dicotomico-geralmente-esta-relacionado-a-um-processamento-inflexivel-de-informacoes</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-289998.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-289998.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O suicídio é um grave problema de saúde pública</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/o-suicidio-e-um-grave-problema-de-saude-publica</link>
      <description>O suicídio é um grave problema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que, no mundo, mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio anualmente</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O suicídio é um grave problema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que, no mundo, mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio anualmente, sendo a quarta maior causa de mortes de jovens de 15 a 29 anos de idade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil foi realizado um estudo com os dados de óbitos por suicídio registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), entre 2010 a 2019, que apresentou os seguintes resultados:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um aumento de 43% no número anual de mortes, de 9.454 em 2010, para 13.523 em 2019.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As regiões Sul e Centro-Oeste apresentaram as maiores taxas de suicídio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Homens apresentaram um risco 3,8 vezes maior de morte por suicídio que mulheres.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            81% de aumento nas taxas de mortalidade em adolescentes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento de 113% nas mortes por suicídio em menores de 14 anos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Região Norte apresentou o maior risco de morte por suicídio entre jovens de 15 a 19 anos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #saudemental #psiquiatria #saudementaladolescente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-568021.jpeg" length="232756" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 01 Oct 2022 01:08:46 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é raro em adultos</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-e-raro-em-adultos</link>
      <description>Geralmente, quando alguém fala que Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é raro em adultos, acaba citando um artigo de 1996 de Hill e Schoener.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente, quando alguém fala que Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é raro em adultos, acaba citando um artigo de 1996 de Hill e Schoener, onde ajustaram um modelo matemático às taxas de persistência relatadas por estudos que acompanharam crianças com TDAH desde a infância até a adolescência ou idade adulta. Este modelo indicava prevalências de 0,8% aos 20 anos a 0,05% aos 40 anos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para fazer análise da persistência de TDAH é importante entender sobre os termos remissão e remissão PARCIAL.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Remissão é a ausência de sintomas na vida adulta, enquanto na remissão PARCIAL o paciente apresenta alguns dos sintomas de TDAH que causam prejuízo nas atividades da vida diária, porém estes sintomas não são suficientes para preencher todos os critérios de TDAH.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quando estudos avaliam a presença de TDAH em adultos sendo necessário todos os sintomas para fechar o diagnóstico, eles podem parecer excessivamente otimistas, uma vez que pacientes em remissão parcial que apresentam prejuízos seriam considerados como remitidos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esta metanálise de Faraone &amp;amp; Biderman &amp;amp; Mick de 2006 apresenta taxas mais realistas ao compilar dados de diversos estudos longitudinais que acompanharam o desenvolvimento de crianças com TDAH.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando os estudos consideram qualquer tipo de remissão, a taxa de persistência é baixa, apenas 15%. Já quando remissão PARCIAL é considerada como persistência, esta taxa se eleva para 65%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/tdahadulto/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #tdahadulto
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/saudemental/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #saudemental
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4101155.jpeg" length="703346" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 23 Sep 2022 01:03:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah-e-raro-em-adultos</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudos sobre clima e saúde mental</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/estudos-sobre-clima-e-saude-mental</link>
      <description>A maioria dos outros estudos sobre clima e saúde mental descreve um risco maior de transtornos mentais durante temperaturas mais quentes, mas geralmente são realizados em estações quentes e ondas de calor.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A maioria dos outros estudos sobre clima e saúde mental descreve um risco maior de transtornos mentais durante temperaturas mais quentes, mas geralmente são realizados em estações quentes e ondas de calor.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo citado no vídeo utilizou dados de internações em hospitais públicos da Autoridade Hospitalar de Hong Kong, que é responsável por 99% das internações por transtornos mentais em todas as estações do ano.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ele teve uma duração de 3652 dias, entre 2002 e 2011. Houveram 44.600 internações por transtornos mentais com uma duração média de 12,21 dias. Entre estes, 52,45% eram do gênero masculino e 36,19% tinham idade ≥75 anos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os resultados mostraram uma associação linear entre a temperatura e as internações por transtornos mentais na faixa etária de 15 a 59 anos e no gênero feminino. Já para temperatura altas (acima 20 ◦C) existe uma forte associação com o grupo ≥ 75 anos e gênero masculino.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os transtornos mentais transitórios e os transtornos de humor mostraram uma associação positiva e linear com a temperatura, enquanto os transtornos mentais relacionados ao uso de substâncias demonstraram uma associação positiva somente quando a temperatura média estava acima 20 ◦C.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale destacar que essa associação não foi positiva para o transtorno pelo uso do álcool.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/climaesaudemental/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #climaesaudemental
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/saudemental/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #saudemental
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-7283618.jpeg" length="330826" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 16 Sep 2022 00:57:12 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/estudos-sobre-clima-e-saude-mental</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Falando sobre as demências</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/falando-sobre-as-demencias</link>
      <description>As demências, incluindo a doença de Alzheimer (DA), são um fator determinante para a incapacidade e institucionalização de longo prazo entre os idosos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As demências, incluindo a doença de Alzheimer (DA), são um fator determinante para a incapacidade e institucionalização de longo prazo entre os idosos. A manutenção da capacidade cognitiva é um desafio cada vez mais importante, uma vez que a população desta faixa etária tem aumentado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estresse oxidativo tem recebido atenção considerável nas últimas décadas devido ao seu papel em processos neurodegenerativos, como na DA e outras condições como hipertensão arterial e alguns tipos de câncer.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Estudos epidemiológicos demonstram que consumir antioxidantes pode ajudar a minimizar o dano oxidativo ao DNA. Estes antioxidantes, adquiridos por meio de dieta ou suplementos, podem proteger contra processos neurodegenerativos, incluindo o declínio cognitivo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo citado no vídeo teve um acompanhamento longitudinal por 17 anos, com 7.283 participantes com idades entre 45 e 90 anos. A luteína + zeaxantina e a β-criptoxantina séricas foram associadas à redução do risco de demências, incluindo DA. Já as vitaminas A, C e E não apresentaram essa correlação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/dem%C3%AAncias/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #demências
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/saudemental/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #saudemental
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 09 Sep 2022 00:54:41 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/falando-sobre-as-demencias</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Setembro Amarelo - Prevenção ao Suicídio</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/setembro-amarelo-prevencao-ao-suicidio</link>
      <description>O Setembro Amarelo é uma campanha que salva vidas! É o mês escolhido para ‘reforçar’ a conscientização sobre a prevenção ao suicídio.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Setembro Amarelo é uma campanha que salva vidas! É o mês escolhido para ‘reforçar’ a conscientização sobre a prevenção ao suicídio.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/setembro-amarelo-jovem-mulher-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" alt="O Setembro Amarelo é uma campanha que salva vidas! É o mês escolhido para ‘reforçar’ a conscientização sobre a prevenção ao suicídio." title="O Setembro Amarelo é uma campanha que salva vidas! É o mês escolhido para ‘reforçar’ a conscientização sobre a prevenção ao suicídio."/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi escolhido esse mês porque desde o ano de 2003 se fixou o dia 10 de setembro como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A campanha do Setembro Amarelo teve início em 2015, fruto de uma iniciativa em conjunto do CVV – Centro de Valorização da Vida; do CFM – Conselho Federal de Medicina; e da ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Setembro Amarelo – Prevenção ao Suicídio, uma campanha genuinamente brasileira que é organizada anualmente, busca conscientizar a população promovendo eventos e debates para discutir sobre a importância desse grave problema e as melhores formas de preveni-lo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O país abraçou tanto essa ideia que, além das pessoas usarem roupas amarelas em referência à campanha, a divulgação também toma grandes proporções, inclusive com locais públicos e privados aderindo à cor justamente para fazer alusão ao Setembro Amarelo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Congresso Nacional no Distrito Federal, alguns estádios de futebol, algumas empresas privadas, o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, o Elevador Lacerda em Salvador, são alguns lugares que se iluminam com o amarelo no mês de setembro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os números sobre o suicídio no Brasil e no mundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Só no Brasil são registrados, em média, mais de 30 suicídios por dia, totalizando mais de 12.000 por ano.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com dados da OMS – Organização Mundial da Saúde, um suicídio acontece no mundo a cada 40 segundos, totalizando em torno de 1 milhão de casos registrados por ano.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ainda de acordo com a OMS, o suicídio está relacionado a segunda causa de morte de jovens com idade entre 15 e 29 anos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O número de suicídios relacionados a transtornos mentais representa quase 97% dos casos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            São nos países de baixa renda que ocorrem cerca de 80% dos casos de suicídio no mundo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E, o dado mais alarmante, 90% dos casos registrados de suicídio poderiam ter sido prevenidos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma campanha de suma importância
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como mostram os números, principalmente os casos que podem ser evitados, a Campanha Setembro Amarelo – Prevenção ao Suicídio é de extrema importância para tentar combater esse grave problema, que podemos dizer, é de saúde pública.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Às vezes, uma conversa simples tranquila e sem julgamentos, pode ser o diferencial entre o registro de mais um caso ou de mais uma pessoa ajudada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora falar sobre o assunto exija uma certa delicadeza, ele precisa ser abordado corriqueiramente, pois é uma maneira de prevenir o problema e ajudar milhões de pessoas ao redor do mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fala-se da importância de uma conversa para prevenir os suicídios, sendo inclusive uma das melhores soluções, porque os transtornos mentais são os grandes vilões dos casos de suicídio do mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os principais transtornos causadores dos suicídios podemos citar:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Depressão na forma simples;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Transtorno Afetivo Bipolar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dependência química;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Abuso de outras substâncias; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esquizofrenia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somente cerca de 3% dos casos registrados de suicídio não tem relação com os transtornos mentais. Geralmente esses outros casos de suicídio podem acontecer de maneira impulsiva em função de situações impactantes e inesperadas da vida, tais como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fim de relacionamentos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Situação de abuso;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Discriminação de raça ou gênero;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Crises financeiras; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perda de pessoas queridas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com base no que foi dito até agora, pode-se compreender melhor o quão importante e fundamental é conversar sobre o assunto com as pessoas que convivem conosco, que estão à nossa volta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conhecer o problema e falar abertamente sobre o problema pode ajudar na prevenção ao suicídio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identificando o problema e ajudando…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identificar os possíveis sintomas que podem levar as pessoas a se suicidarem é o primeiro passo para ajudar na prevenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podem ser consideradas potenciais suicidas pessoas que:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se mostram desinteressadas da vida, seja do trabalho, da escola, ou das atividades que mais gostava de realizar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se isolam e se afastam de amigos e familiares.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se descuidam e não se preocupam com a aparência.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não se importam com o que acontece no seu próprio dia a dia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falam constantemente de assuntos que levam à morte.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depois de identificado algum dos sinais descritos acima, é hora da conversa. Deixe que a pessoa fale, sem emitir opiniões pessoais (principalmente sobre fraqueza) ou julgamentos. Você precisa ser calmo e deixar claro que sua vontade é somente ajudar, pois se importa com a pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante lembrar que o que não atinge você, pode acometer os outros. Então evite se expressar ou tentar mensurar a dor dos outros como se fosse sua. Isso só pioraria o quadro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de oferecer sua ajuda é essencial que incentive a pessoa a procurar ajuda especializada, principalmente quando se percebe que o quadro é grave.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O CVV – Uma ajuda 24 horas por dia!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O CVV – Centro de Valorização da Vida foi fundado na cidade de São Paulo em 1962, o que a torna uma das ONGs mais antigas do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar da atuação mais forte em setembro, muito em função da Campanha de Prevenção ao Suicídio realizada nesse mês, o CVV atua o ano inteiro para combater o problema e a dar apoio emocional a quem necessita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contatos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Telefone: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="tel:188" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            188
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Site:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="http://www.cvv.org.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
        
             www.cvv.org.br
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/setembro-amarelo-jovem-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" length="205070" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 05 Sep 2022 19:26:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/setembro-amarelo-prevencao-ao-suicidio</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/setembro-amarelo-jovem-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/setembro-amarelo-jovem-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Mirtazapina</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/a-mirtazapina</link>
      <description>A mirtazapina é uma substância aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA) dos EUA para o tratamento de transtorno depressivo desde 1996.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mirtazapina é uma substância aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA) dos EUA para o tratamento de transtorno depressivo desde 1996.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ela apresenta um mecanismo de ação diferenciado com um aumento geral nos níveis de serotonina, noradrenalina e dopamina, embora não por meio do bloqueio de transportadores de recaptação - ela modula receptores que regulam os níveis destes neurotransmissores.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, ela apresenta alta afinidade histaminérgica (relacionado à sonolência).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar dessa afinidade, quanto maior a dosagem da mirtazapina, maior seu efeito adrenérgico, aumentando a liberação de noradrenalina e dopamina (neurotransmissores relacionados a energia e disposição).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, em doses menores existe predominância da afinidade histaminérgica, sendo mais sedativa; em doses mais altas a afinidade adrenérgica se sobrepõe, sendo menos sedativa.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além da sua aprovação, existem diversos usos off-label para a mirtazapina, como: insônia, transtorno de ansiedade generalizada, disfunção sexual causada por outros antidepressivos, potencialização de outros antidepressivos e transtorno de estresse pós traumático (este último apresenta alguma controvérsia).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/mirtazapina/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #mirtazapina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psicofarmacologia/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psicofarmacologia
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-3683113.jpeg" length="340830" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 02 Sep 2022 00:48:31 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/a-mirtazapina</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-3683113.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-3683113.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cheiro de chuva</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/cheiro-de-chuva</link>
      <description>Você já se perguntou porque é tão gostoso sentir o cheiro de chuva? Aquele cheirinho que fica após uma tempestade e que nos faz inspirar profundamente e abrir um sorriso?</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Você já se perguntou porque é tão gostoso sentir o cheiro de chuva? Aquele cheirinho que fica após uma tempestade e que nos faz inspirar profundamente e abrir um sorriso?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/cheiro-de-chuva-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" alt="Cheiro de Chuva" title="Cheiro de Chuva"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você adora essa sensação, saiba que não é o único! O cheiro da chuva tem sido amplamente estudado pela ciência. Conhecido como petrichor, o cheiro da chuva é inclusive usado como fragrância de perfumes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vida, Renovação e Purificação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do cheiro da chuva que acabou de molhar a terra nos lembrar a infância, quando corríamos para um banho de chuva e nossos pais ficavam preocupados, o cheiro da chuva trás consigo um certo conforto emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A chuva traz consigo a associação ao elemento água, símbolo de força, pureza e segundo a crença de muitos, possui um poder sagrado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As chuvas que são acompanhadas de raios ajudam não só a demonstrar toda a força da natureza, como também a purificar o ar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que impacta diretamente na sensação que temos ao respirar, um ar menos poluído e muito mais saudável, que dá a sensação de revigorar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É a partir da chuva que a vida começa a brotar nos campos, que as árvores ficam verdes e floridas. Portanto, sentir-se purificado e energizado após um temporal é normal! Tudo isso pode ocorrer pelo simples impacto do aroma da chuva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O cheiro de chuva e o bem-estar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os aromas possuem grande impacto na sensação de bem-estar. Se o aroma da chuva molhando a terra não lhe provoca nenhuma sensação boa, lhe convido a pensar no cheiro da sua casa durante a infância, quando sua mãe fazia o seu bolo favorito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses cheiros ficam registrados em nossa memória e a simples lembrança deles, por muitas vezes arranca sorrisos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para alguns, o cheiro da chuva tem todo esse poder quase místico, de purificação e renovação das energias, causando a incrível sensação de relaxamento e bem-estar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os cheiros podem atuar sobre os sentimentos das pessoas!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O nariz funciona como uma espécie de porta de entrada para o cérebro. Ao sentir um cheiro seu nariz envia informações para o bulbo-olfatório que as transmite para o sistema límbico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É justamente esse o sistema responsável por emoções e comportamentos. Por isso, o cheiro de chuva é algo tão forte e marcante para aqueles que passaram a infância em contato com a natureza e sentindo esse cheirinho de terra molhada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Renovação e cheiro da chuva
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A chuva possui o significado da renovação, do início de novos ciclos. Justamente por essas características, o cheiro de chuva impacta tão profundamente nos aspectos emocionais de quem tem esse tipo de ligação com a natureza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao sentir o cheiro de chuva, muitas pessoas aproveitam para desfrutarem de um momento de calma e total introspecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse tipo de momento introspectivo é extremamente propício para pensar e tomar novas atitudes, aproveitando esse novo ciclo que a chuva gera no campo, para iniciar em sua própria vida um novo ciclo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novas amizades, novos pensamentos, novas atitudes, todas as mudanças positivas são sempre importantes na vida, sejam elas movidas pelo cheirinho da chuva ou não!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Que a água da chuva tem o poder de purificar o meio ambiente e trazer novos ciclos para os animais e as plantas, todos nós já sabemos. Mas você também pode aproveitar esse momento para mudar a sua rotina para melhor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mover-se em direção a novos ciclos faz parte da vida e é extremamente saudável! Seja pela inspiração de um dia chuvoso que te fez ficar em casa olhando a água escorrer pela janela ou pelo simples fato da necessidade, as mudanças são essenciais para a vida.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/cheiro-de-chuva-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" length="181730" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 31 Aug 2022 20:04:49 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/cheiro-de-chuva-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Adolescentes e depressão</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/adolescentes-e-depressao</link>
      <description>A incidência de depressão na adolescência vem alarmando especialistas, que alertam sobre um crescimento absurdo no número de casos entre os adolescentes. E ao contrário do que muitos imaginam, não se trata de um drama visando chamar a atenção dos pais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A incidência de depressão na adolescência vem alarmando especialistas, que alertam sobre um crescimento absurdo no número de casos entre os adolescentes. E ao contrário do que muitos imaginam, não se trata de um drama visando chamar a atenção dos pais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/adolescentes-e-depressao-dr-anderson-silva-psiquiatra.jpg" alt="A incidência de depressão na adolescência vem alarmando especialistas, que alertam sobre um crescimento absurdo no número de casos entre os adolescentes. E ao contrário do que muitos imaginam, não se trata de um drama visando chamar a atenção dos pais." title="A incidência de depressão na adolescência vem alarmando especialistas, que alertam sobre um crescimento absurdo no número de casos entre os adolescentes. E ao contrário do que muitos imaginam, não se trata de um drama visando chamar a atenção dos pais."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A depressão é uma doença que precisa de tratamento e acompanhamento, visando evitar as sérias consequências da doença, não só na fase da adolescência, mas também da vida adulta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que causa a depressão em adolescentes?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não existe somente uma causa ou uma razão que possa ser especificada como a causadora da depressão na adolescência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Traumas na infância, falta de atenção dos pais, a ausência da figura paterna/materna, bullying, dificuldade de lidar com frustrações e alguns outros fatores podem desencadear o problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A exposição da vida diária é um outro fator que pode desencadear a depressão na adolescência. O jovem ainda não tem maturidade emocional para lidar com a “vida perfeita” que é exposta nas redes sociais dos colegas, acaba por se comparar e achar que a própria vida não tem valor ou sentido, por não ser maravilhosa como a vida que o colega expõe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É papel dos pais acompanhar e orientar seus filhos com relação a não existência dessa tal vida perfeita. Ignorar o sofrimento dos adolescentes ou achar que é mero drama acaba por piorar o quadro de depressão, uma vez que o adolescente sente que não tem com quem contar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sintomas de depressão em adolescentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A depressão é uma doença que apresenta diferentes sintomas, cada adolescente reagirá ao problema de uma forma, por isso, é importante perceber principalmente as mudanças de comportamento do seu filho. Além disso, fique atento aos seguintes sintomas que são mais comuns:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Irritabilidade ou instabilidade emocional;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sonolência excessiva ou insônia;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isolamento social;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade de se concentrar nas atividades cotidianas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apatia;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Automutilação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identificar a depressão na adolescência é um desafio, uma vez que nessa fase, as mudanças de comportamento e humor são comuns, principalmente devido às mudanças hormonais e físicas que ocorrem durante a adolescência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fato importante, que pode dificultar a identificação do transtorno é que o humor do transtorno depressivo nesta faixa etária é predominantemente irritado, ao invés de deprimido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez que algum desses sintomas seja percebido, é preciso manter a mente aberta e conversar com esse adolescente, visando entender o que está acontecendo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ideal é que os pais conversem sem julgar e sem tentar resolver a questão, diminuindo os sentimentos do jovem. O adolescente precisa se sentir entendido e acolhido, como um primeiro passo para a busca do tratamento ideal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa conversa conduz o adolescente para a busca do tratamento médico. Ter uma conversa inicial aconselhando abertamente o jovem a procurar ajuda médica, auxilia que esse tratamento seja visto pelo adolescente como algo positivo, evitando a criação de resistências com relação a procurar ajuda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento para depressão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muito embora os pais precisem conversar com o filho, aconselhar e cuidar, essa conversa inicial não é o tratamento do problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o adolescente apresentar melhora momentânea, é preciso entender que mesmo assim a consulta com psiquiatra é importante para que o tratamento correto seja ofertado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A depressão na adolescência é um problema de saúde que precisa ser tratado. Os pais precisam entender que esse “drama adolescente” não é um drama e sim uma doença que precisa de acompanhamento médico para que o adolescente possa se recuperar do problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, não se pode abrir mão da consulta com o especialista, visando evitar que a doença se agrave por negligência no tratamento. O fato de apresentar melhora momentânea após uma conversa com os pais não significa que a doença foi tratada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante que os pais entendam a seriedade da depressão, visando protegerem seus filhos ao ofertarem o correto tratamento, afinal, a doença quando não é tratada tende a se agravar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/adolescentes-e-depressao-dr-anderson-silva-psiquiatra.jpg" length="120284" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 28 Aug 2022 19:59:11 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Dicas para saúde mental</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/dicas-para-saude-mental</link>
      <description>Na atualidade não é difícil observamos muita gente buscando obter sucesso e aparentar ser sua melhor versão em várias áreas de sua vida. Dicas para saúde mental! Leia mais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na atualidade não é difícil observamos muita gente buscando obter sucesso e aparentar ser sua melhor versão em várias áreas de sua vida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1142941.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a pessoa dá o seu melhor na prática de atividades físicas em busca do corpo considerado perfeito, busca a todo custo destacar-se no emprego e ainda ter uma vida social agitada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tudo isso em busca do que é considerado felicidade, esquecendo-se de que isso começa de dentro para fora, sentindo-se bem consigo mesmo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pare um momento e reflita o quanto das seguintes dicas para sua saúde mental você tem aplicado a vida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ser feliz não deve ser uma busca de status, mas busca de qualidade de vida por você. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seja realista quanto a seus desejos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você quer ou precisa cumprir algo, crie expectativas realistas quanto ao que pode ser feito. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muito pouco – ou nada – adianta desesperar-se, buscando por algo que no momento não está entre suas possibilidades. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante verificar a situação que está envolvido, refletir sobre o que pode fazer e então colocar suas ideias em prática. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mantenha contato com quem lhe é querido 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estar em contato com pessoas que gostamos, sentir-se amado, é algo muito importante para a saúde mental. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que isso não seja possível de ser feito com frequência, busque criar espaços na sua agenda especialmente para isso. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Passar momentos descontraídos com quem se é próximo auxilia diretamente na sensação de bem-estar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tome cuidado com uso de álcool e outras drogas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este tipo de substância pode causar danos ao cérebro, o que aumenta as chances de desenvolver transtornos mentais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pessoas que já foram diagnosticadas com algum quadro psiquiátrico devem tomar cuidado redobrado ao fazer uso destas, evitando o consumo, se possível. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se envolva em atividades sociais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ficar consigo mesmo é bom, mas interagir com outras pessoas também é importante e agradável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Invista algum tempo durante a sua semana para passear com amigos ou para iniciar uma atividade em grupo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estar em contato constante com outros, fazendo uma atividade agradável pode se mostrar muito benéfico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pratique atividades físicas e se alimente com equilíbrio 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não há como cuidar da saúde mental sem cuidar da física. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O corpo funciona de modo conjunto e deve ser cuidado do mesmo modo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, escolha alguma atividade física que lhe agrade e a pratique ao menos 5 vezes na semana. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em paralelo, busque manter uma dieta balanceada, ingerindo todos os grupos de nutrientes e evitando alimentos trans, açúcares e industrializados, ruins para sua saúde. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tenha uma rotina de sono 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dormir bem é essencial. É durante o sono que o corpo se recupera, possibilitando que você se sinta disposto no dia seguinte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ter uma rotina é excelente para seu sono ter mais qualidade, assim, adotar atitudes simples pode se tornar um grande auxiliar de sua saúde. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Evite utilizar seu celular, televisão ou computador, ao menos meia hora antes de dormir. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prática de algo relaxante também pode ser interessante, tal como meditação ou yoga, preparando-o para um sono tranquilo e revitalizador. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Treine sua mente 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Praticar preceitos da psicologia positiva é um ótimo auxiliar para desenvolver uma melhora em sua saúde mental. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais fácil do que o termo sugere, esta prática consiste em ter gratidão pelos fatos bons que acontecem na nossa vida, foco no presente e conseguir perdoar fatos do passado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Permita-se sentir
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ninguém é feliz o tempo todo. Se, por exemplo, está se sentindo triste ou irritado, permita-se se sentir assim ao invés de fingir que está tudo bem. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tente entender qual a situação que o levou a ter este sentimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao invés de ignorar o modo como se sente, busque entender e encontrar formas saudáveis de lidar com a situação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Deixe de se comparar com outros 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada pessoa é única, então deixe de comparar seu progresso com outras pessoas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é porque a vida do outro parece melhor que realmente é. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muito mais útil focar em seus próprios desafios e habilidades que atentar-se ao que acontece com o outro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tire um tempo só para você
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Passar um tempo de qualidade socialmente, com amigos ou colegas, é muito importante. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, você passa toda a vida consigo mesmo, então é importante apreciar a própria companhia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aprenda a gostar de ficar só com você. Tire um tempo para investir em uma atividade só sua, para relaxar e curtir estar consigo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1142941.jpeg" length="747647" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 27 Aug 2022 19:53:36 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Correlação direta entre a ação humana e a diminuição das geleiras dos polos</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/correlacao-direta-entra-a-acao-humana-e-a-diminuicao-das-geleiras-dos-polos</link>
      <description>Existe uma correlação direta entra a ação humana e a diminuição das geleiras dos polos – esta redução é causada por alterações na umidade atmosférica e fatores termodinâmicos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe uma correlação direta entra a ação humana e a diminuição das geleiras dos polos – esta redução é causada por alterações na umidade atmosférica e fatores termodinâmicos. O aquecimento global está relacionado a alguns tipos de eventos climáticos, como ondas de calor e precipitações extremas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Estas alterações climáticas podem trazer risco para sobrevivência do homem, seja diretamente (durante um evento climático extremo) ou indiretamente (redução de alimentos, fome, escassez de água, diminuição de locais para cultivar, migrações forçadas).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           80% da população global está suscetível à insegurança hídrica e alimentar caso ocorram mudanças climáticas importantes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os eventos climáticos extremos, como inundações ou furacões, criam um sofrimento psicológico e psicopatológico mais imediato. Mulheres, adolescentes e pessoas de baixo nível socioeconômico têm se mostrado mais vulneráveis ​​à ansiedade e transtornos de humor relacionados a estes eventos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ondas de calor são picos de temperatura que duram alguns dias e variam fora da temperatura normal para uma estação específica. Não são consideradas eventos climáticos extremos, mas o estresse causado por elas tem sido associado a transtornos de humor e ansiedade. Os efeitos durante a infância incluem redução da escolaridade, problemas comportamentais, motores e QI reduzido.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em temperaturas elevadas, o aumento do desconforto leva ao aumento de sentimentos de hostilidade e pensamentos agressivos. O aumento da violência também pode ser relacionado ao calor, sendo que verões quentes e anos com maiores médias de temperatura apresentam índices mais elevados de violência.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De fato, estar exposto ao calor extremo pode levar à fadiga física e psicológica, mas o mais preocupante é a associação entre o aumento das temperaturas e o aumento das taxas de suicídio - preocupação geralmente esquecida quando falamos sobre aquecimento global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/aquecimentoglobal/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #aquecimentoglobal
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/sa%C3%BAdeeclima/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #saúdeeclima
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 25 Aug 2022 00:43:29 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Bulimia nervosa - Entenda este transtorno</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/bulimia-nervosa-entenda-este-transtorno</link>
      <description>Dentre os transtornos alimentares mais comuns na atualidade encontra-se a bulimia nervosa. Dr. Anderson Silva, psiquiatra, fala sobre o assunto.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dentre os transtornos alimentares mais comuns na atualidade encontra-se a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bulimia nervosa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por vezes confundida com a anorexia, sendo posta como uma doença similar, são diagnósticos diferentes. Ainda que as causas possam apresentar a mesma origem, assim como os danos causados no paciente, são quadros diferentes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/bulimia-nervosa-transtorno-dr-anderson-silva-psiquiatra-explica.jpg" alt="Dentre os transtornos alimentares mais comuns na atualidade encontra-se a bulimia nervosa." title="Dentre os transtornos alimentares mais comuns na atualidade encontra-se a bulimia nervosa."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto a anorexia se caracteriza principalmente pela evitação de alimentos, a bulimia está relacionada com comportamentos compulsivos na alimentação, seguidos por purgação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se caracteriza a bulimia nervosa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das principais características do paciente que sofre de bulimia é o padrão de consumo alimentar de modo compulsivo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, esta pessoa é alguém que, embora coma todos os grupos alimentares – e em grandes quantias –, não permite ao corpo absorver os nutrientes ingeridos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não muito depois da ingestão ocorrem práticas purgativas na intenção de compensar o excesso calórico que foi ingerido. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre este tipo de prática destacam-se comportamentos como: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Indução de vômito constante; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso de laxantes e diuréticos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prática de jejum entre os episódios de compulsão; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prática intensa de exercícios físicos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses comportamentos purgativos se apresentam como algo muito prejudicial ao paciente, pois apresentam consequências negativas ao organismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indução de vômito, por exemplo, causa a destruição dos esmaltes dos dentes, inflamações na garganta e problemas gastrointestinais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda atrelado a esse padrão purgativo, pode haver quadros de arritmias cardíacas e desidratação em razão do vômito constante. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso constante dos laxantes, por sua vez, torna-se um fator que facilita a aparição de hemorroidas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em conjunto, esse quadro pode trazer muitos outros sinais prejudiciais a saúde do paciente, os quais podem ser divididos em três categorias: físicos, comportamentais e psicológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Dentre os sinais físicos, destacam-se: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Constante mudança de peso, tanto emagrecendo quanto engordando; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Danos causados pelo vômito – inchaço das bochechas, mau hálito; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perda ou irregularidade da menstruação; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tonturas e desmaios; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sensação constante de cansaço. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já entre os sinais comportamentais, observa-se: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evidências da compulsão – paciente esconde alimentos ou os acumula; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prática excessiva de exercícios físicos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mudanças no estilo de roupa – passa a preferir roupas largas; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Idas frequentes ao banheiro durante ou após refeições. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E no caso dos sinais psicológ
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           icos, pode-se observar que o paciente passa a apresentar: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Baixa autoestima; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Depressão, ansiedade e/ou irritabilidade; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Imagem corporal distorcida; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Obsessão com os alimentos e números de calorias ingeridas; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses sintomas, quando presentes em conjunto, representam um sinal de alerta frente ao transtorno, o qual pode levar o paciente a óbito. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mais presente em mulheres jovens, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bulimia geralmente se desenvolve em razão dos mesmos fatores que a anorexia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Predisposição genética; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pressão social e familiar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Valorização do corpo magro como padrão da sociedade. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, qualquer pessoa pode estar sujeita a desenvolver um quadro, sendo importante estar atento a presença dos sintomas citados anteriormente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante a possibilidade de um quadro de bulimia é importante buscar ajuda de um profissional da saúde, a fim de realizar um diagnóstico adequado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é feito o diagnóstico da bulimia nervosa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico da bulimia é um pouco mais complexo que o da anorexia. Isso ocorre, pois neste caso os sintomas não são tão evidentes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A perda de peso, por exemplo, não apresenta sinais como caquexia. Em geral, o paciente com bulimia segue com o peso variando próximo ao ideal, mesmo diante os comportamentos para emagrecer. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, o foco neste caso são os hábitos do paciente, destacando-se aspectos como: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            História pessoal; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hábitos alimentares; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Preocupação com o peso. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ademais, considera-se ainda o descrito pelo Manual de diagnóstico e estatístico dos transtornos mentais (DSM-5) que descreve ser necessário a presença de sintomas específicos: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao menos 1 episódio semanal de ingestão compulsiva e comportamentos compensatórios; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Episódios e comportamentos presentes por no mínimo 3 meses. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o paciente contempla estes sintomas, provavelmente o diagnóstico apresentado será de bulimia nervosa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formas de tratamento da bulimia 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A bulimia nervosa é indispensavelmente tratada através do trabalho de uma equipe multidisciplinar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os profissionais envolvidos, encontram-se: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Médicos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Psicólogos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nutricionistas; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Psiquiatras. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O paciente inicia um processo de psicoterapia, geralmente na abordagem cognitiva-comportamental, a qual tem apresentado bons resultados nestes quadros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em paralelo, faz acompanhamento psiquiátrico, utilizando de medicamentos psicoestimulantes e/ou antidepressivos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em conjunto a estes profissionais, agem ainda o médico e nutricionista, possibilitando uma dieta e práticas saudáveis ao paciente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É através deste trabalho em conjunto que se torna possível encontrar meios de superar o quadro de bulimia nervosa e possibilitar que a pessoa viva de modo mais saudável. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 21 Aug 2022 11:39:28 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Síndrome de Burnout</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/sindrome-de-burnout</link>
      <description>Procurando mais informações sobre a síndrome de burnout? Leia este artigo escrito por Dr. Anderson Silva, psiquiatra em São Paulo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conhecida como esgotamento profissional, a Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico que necessita de tratamento médico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caracterizada pela exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal decorrentes do estresse crônico com o trabalho, o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           distúrbio afeta principalmente profissionais entre os 30 e 45 anos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/sindrome-burnout-stress-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em geral, pessoas que trabalham com educação, saúde e mulheres que enfrentam jornada dupla tendem a correr maior risco de desenvolver a síndrome. E é preciso identificar os sintomas para pedir ajuda ao seu médico psiquiatra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sintomas da síndrome
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A síndrome de Burnout causa a sensação de esgotamento físico e emocional. E por causa disso, atitudes negativas podem ser sintomas deste distúrbio, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Faltas no trabalho;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Irritabilidade e agressividade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sintomas ansiosos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sintomas Depressivos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pessimismo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Baixa autoestima.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante entender que outros sintomas também podem estar associados, sintomas físicos como: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sudorese; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Crises de asma;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Enxaqueca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores de cabeça;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cansaço;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pressão alta;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores musculares;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Insônia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao perceber esse tipo de sintoma, é importante que o paciente procure auxílio de um psiquiatra. Que é um os especialistas capacitado para realizar o diagnóstico e tratamento da síndrome.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico de Burnout
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico de síndrome de Burnout não é feito rapidamente. Por ser um diagnóstico clínico o psiquiatra leva vários aspectos em consideração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, para fechar o diagnóstico com precisão é preciso mais de uma visita ao consultório. De modo que o profissional de saúde possa avaliar a história do paciente, seu envolvimento e realização pessoal relacionados à vida profissional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento de Burnout
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após ser diagnosticado com a síndrome, o paciente começa o tratamento que inclui, na maioria das vezes, o uso de antidepressivo e 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/tratamentos/tratamento-psicoterapico/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           psicoterapia
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra indicação muito importante para o tratamento é a prática de uma atividade física que o paciente prefira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atividade física é responsável por auxiliar no relaxamento e garantir que o paciente tenha momentos de descontração e lazer. Por isso mesmo, é uma parte importante do tratamento da síndrome de Burnout. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contribuindo para que o paciente tenha prazer em atividades de seu dia a dia que não estão relacionadas ao trabalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A necessidade de adotar um novo estilo de vida
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As mudanças no estilo de vida podem ser a melhor maneira de auxiliar no tratamento medicamentoso e psicoterápico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, não existe a necessidade de se demitir ou tomar alguma decisão radical. O ideal é que com a psicoterapia e seus avanços o paciente comece a perceber quais são os aspectos de sua vida que precisam ser ajustados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Propor uma nova rotina em sua família ou ambiente de trabalho é uma boa maneira de adotar um estilo de vida mais saudável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre avaliando o lado positivo e negativo de todas as suas decisões. Visando favorecer a sua saúde física e emocional. De modo que o tratamento seja favorecido pelas boas decisões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidado com o consumo de álcool
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muito comum que pacientes com síndrome de Burnout consumam álcool como uma forma de lidar com sintomas ansiosos e depressivos. Que são sintomas percebidos pelos pacientes com a síndrome.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de ser comum, não é saudável se exceder no álcool ou sequer consumir a bebida durante o tratamento. Tendo em vista que o uso de antidepressivo não deve ser combinado com o consumo de álcool.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem sofre com a síndrome muitas vezes não percebe os sinais e acaba consumindo álcool para usufruir da euforia proporcionada pela bebida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas esse efeito passa e o ideal é que os sintomas físicos e emocionais sejam percebidos e corretamente tratados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pedir ajuda médica não é um sinal de fraqueza ou motivo para vergonha. Se cuidar deve ser sempre um dos seus principais objetivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento médico não poderá ocasionar qualquer tipo de punição ou dificuldade na sua rotina de trabalho. Portanto, o ideal é procurar ajuda quando suspeitar que sua saúde não está bem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/sindrome-burnout-stress-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg" length="234080" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 19 Aug 2022 11:34:22 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/sindrome-burnout-stress-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH)</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/o-transtorno-de-deficit-de-atencao-hiperatividade-tdah</link>
      <description>O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é caracterizado por sintomas de desatenção e/ou impulsividade e hiperatividade que causam prejuízos durante o neurodesenvolvimento.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é caracterizado por sintomas de desatenção e/ou impulsividade e hiperatividade que causam prejuízos durante o neurodesenvolvimento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É um dos transtornos mentais mais prevalentes em crianças e adolescentes. Existem diversas farmacoterapias eficazes para o tratamento do TDAH - mais de 70% das crianças com TDAH respondem a psicoestimulantes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O ômega-3 na dieta pode atuar alterando a fluidez da membrana celular do sistema nervoso central, o que pode alterar a estrutura e a função das proteínas nela incorporadas. Por esse mecanismo podem ocorrer modulações na neurotransmissão no córtex frontal, uma das áreas mais citadas em estudos sobre TDAH.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A suplementação de ômega-3, particularmente com doses mais altas de Ácido Eicosapentaenóico (EPA), foi modestamente eficaz no tratamento do TDAH. Quando comparadas a farmacoterapias como psicocestimulantes ou alfa-2 agonistas, os resultados são inferiores. No entanto, considerando seu perfil de efeitos colaterais e a recusa de algumas famílias em iniciar o uso destas medicações, a suplementação com ômega-3 é uma opção viável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/tdah/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #tdah
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/saudemental/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #saudemental
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-13450785.jpeg" length="487498" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 18 Aug 2022 00:40:50 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Publicações - Revista Debates em Psiquiatria – Artigos Psiquiatria</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-revista-debates-em-psiquiatria-artigos-psiquiatria</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relata de caso publicado na Revista Debates em Psiquiatria, onde colaborei com o Dr. Edir C. Araújo Filho, sobre a síndrome de Smith-Lemli-Optiz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Trata-se de uma síndrome genética rara onde o paciente não consegue sintetizar colesterol adequadamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de toda a sintomatologia e dismorfia clínicas, esta síndrome cursa com alterações cognitivas e comportamentais que muitas vezes necessita de manejo psiquiátrico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-revista-debates-psiquiatria.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 13 Aug 2022 16:50:29 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Publicações</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Publicações - Revista Depressão em Pauta – 2015</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-revista-depressao-em-pauta-2015</link>
      <description>Artigo publicado na Revista Depressão em Pauta, em parceria com o Dr. Kalil Duailibi sobre o papel dos Benzodiazepínicos no século XXI.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artigo publicado na Revista Depressão em Pauta, em parceria com o Dr. Kalil Duailibi sobre o papel dos Benzodiazepínicos no século XXI.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo abordamos o uso desta classe de medicação inegavelmente eficaz mas com diversos riscos quando utilizados por longos períodos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-depressao-em-pauta.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-depressao-em-pauta.jpg" length="162929" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 11 Aug 2022 16:47:24 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-depressao-em-pauta.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Dois terços dos alunos adolescentes relataram 7 h ou menos de sono/dia</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/dois-tercos-dos-alunos-adolescentes-relataram-7-h-ou-menos-de-sono-dia</link>
      <description>Um relatório mais recente do Center for Disease Control usando dados do Youth Behavior Risk Surveillance Data (N = 50.370 alunos dos EUA) descobriu que dois terços dos alunos adolescentes relataram 7 h ou menos de sono/dia.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um relatório mais recente do Center for Disease Control usando dados do Youth Behavior Risk Surveillance Data (N = 50.370 alunos dos EUA) descobriu que dois terços dos alunos adolescentes relataram 7 h ou menos de sono/dia. Nesta faixa etária (15 a 18 anos), o ideal seria 9,25 horas/dia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dada a discrepância entre a necessidade de sono e o sono obtido para a maioria dos adolescentes, entender as consequências do sono insuficiente é fundamental.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sabemos que a duração do sono está positivamente correlacionada com o volume bilateral hipocampo (região relacionada a memória, dentre outras funções).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Problemas com sono são prevalentes em transtornos psiquiátricos na adolescência. Por exemplo, um estudo com 106 pacientes psiquiátricos internados com idades entre 7 e 16 anos mostrou que 95% apresentavam problemas com o sono. Existe também uma correlação bem estabelecida entre sono insuficiente e dificuldade de autorregulação emocional em adolescentes sem transtornos psiquiátricos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além de todas estas questões, sono insuficiente está correlacionado a maior exposição a riscos em adolescentes como: porte de arma, brigas, ideação suicida, tentativa de suicídio, tabagismo, uso de álcool, consumo excessivo de álcool, uso de maconha e comportamento sexual de risco.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que adolescentes cujos pais definem uma hora de dormir às 22h ou mais cedo, por exemplo, apresentam menos sintomas depressivos e menos ideação suicida em comparação com adolescentes cujos pais definem horários de dormir após à meia-noite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/sonoadolescente/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           #sonoadolescente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/regula%C3%A7%C3%A3oemocional/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #regulaçãoemocional
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-935750.jpeg" length="252837" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 11 Aug 2022 00:38:33 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-935750.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-935750.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Publicações - Sigma Pharma – Transtorno Depressivo Maior</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-sigma-pharma-transtorno-depressivo-maior</link>
      <description>Nesta separata em parceria com Dr. Kalil Duailibi, descrevemos um relato de caso de uma paciente com Depressão que iniciou uso de Antidepressivo e apresentou melhora dos sintomas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesta separata em parceria com Dr. Kalil Duailibi, descrevemos um relato de caso de uma paciente com Depressão que iniciou uso de Antidepressivo e apresentou melhora dos sintomas, porém também apresentou efeitos colaterais indesejados, sendo este muitas vezes um cenário comum no tratamento da Depressão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste caso, após uma troca de medicação conseguimos a manutenção da melhora dos sintomas depressivos sem efeitos colaterais indesejados, sendo este sempre o objetivo do tratamento.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-transtorno-depressivo-maior.jpg" alt="Nesta separata em parceria com Dr. Kalil Duailibi, descrevemos um relato de caso de uma paciente com Depressão que iniciou uso de Antidepressivo e apresentou melhora dos sintomas" title="Nesta separata em parceria com Dr. Kalil Duailibi, descrevemos um relato de caso de uma paciente com Depressão que iniciou uso de Antidepressivo e apresentou melhora dos sintomas"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-transtorno-depressivo-maior.jpg" length="433642" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Aug 2022 16:44:14 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-transtorno-depressivo-maior.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transtorno de Personalidade Borderline</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-de-personalidade-borderline</link>
      <description>O Transtorno de Personalidade Borderline é um problema de saúde mental que está associado a um comportamento padrão de instabilidade nas relações interpessoais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Transtorno de Personalidade Borderline é um problema de saúde mental que está associado a um comportamento padrão de instabilidade nas relações interpessoais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-borderline-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" alt="O Transtorno de Personalidade Borderline é um problema de saúde mental que está associado a um comportamento padrão de instabilidade nas relações interpessoais." title="O Transtorno de Personalidade Borderline é um problema de saúde mental que está associado a um comportamento padrão de instabilidade nas relações interpessoais."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das características de quem passa por esse transtorno é o medo intenso de ficar sozinho ou ser abandonado, por isso, o paciente que sofre com esse transtorno acaba por tomar medidas drásticas para evitar o abandono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da instabilidade nas relações interpessoais, quem sofre com o transtorno também costuma ser instável com relação a própria autoimagem. Outra característica bastante comum das pessoas que sofrem com esse transtorno é a impulsividade em suas ações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desenvolvimento e prognóstico do borderline
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O borderline precisa de diagnóstico e tratamento médico. O transtorno é diagnosticado principalmente em pacientes do sexo feminino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as causas do transtorno estão fatores emocionais, fatores genéticos e até mesmo fatores ambientais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A instabilidade familiar pode ser apontada como uma das causas do transtorno de borderline, frequentemente, pacientes com esse transtorno relatam que são provenientes de famílias com pais que viviam relacionamentos conflituosos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que o transtorno seja diagnosticado, é preciso passar por uma avaliação minuciosa de um psiquiatra, que irá analisar diferentes traços do comportamento do paciente visando um diagnóstico preciso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muito importante que o paciente seja diagnosticado de forma precoce, uma vez que pessoas com esse transtorno sentem um vazio extremo em suas vidas, assim como tédio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que por muitas vezes os motiva a se cortarem ou até mesmo tentarem suicídio com frequência, portanto, o correto diagnóstico e tratamento é fundamental nesse caso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para fechar o diagnóstico de borderline, o paciente precisa ser analisado, portanto, esse não é o tipo de diagnóstico que se faz na primeira ida ao psiquiatra, muitas vezes, o diagnóstico preciso do transtorno leva meses para ser fechado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento medicamentoso e psicoterapia para borderline
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez que o diagnóstico está concluído, o paciente com transtorno de borderline precisa ser corretamente tratado para que possa começar a usufruir de uma vida com mais equilíbrio em suas emoções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O médico psiquiatra poderá indicar o uso de antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores do humor. O tratamento medicamentoso não é a base do tratamento, que é muito mais eficaz quando o paciente de fato faz a psicoterapia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É através da psicoterapia que o paciente com esse transtorno irá aprender a lidar com seus impulsos e através desse tratamento melhorar o seu equilíbrio emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A medicação nesse caso trabalha de forma coadjuvante, contribuindo para a estabilização emocional do paciente, que sob hipótese alguma pode interromper o tratamento por conta própria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, quem sofre com esse transtorno deve ser constantemente acompanhado pelos familiares, com o objetivo de que o paciente se mantenha sempre em tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parte do tratamento inclusive, requer que a família converse com o psiquiatra sobre comportamentos autodestrutivos que o paciente vem apresentando, de modo que o profissional possa atuar para coibir esses sintomas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como pacientes lidam com o stress
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicoterapia é uma grande aliada dos pacientes com esse transtorno, funcionando para auxiliar esse paciente a lidar com o stress e outras emoções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comum que pacientes com esse transtorno e que não estão fazendo o acompanhamento médico para tratar o borderline se automutilem em períodos em que o estresse toma conta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sensação de vazio e tédio pela própria vida são outros fatores preocupantes com relação aos pacientes que sofrem com o transtorno de borderline, uma vez que esses sentimentos podem levar à tentativa de suicídio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, o diagnóstico precoce é tão importante, prevenindo que esses momentos de instabilidade emocional dominem o paciente e ele de fato venha a falecer em uma tentativa de suicídio que tinha como objetivo evitar o abandono.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-borderline-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" length="106931" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 05 Aug 2022 20:08:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-de-personalidade-borderline</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Publicações - Vamos aos Fatos – Manual de Consulta Rápida para Insônia</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-vamos-aos-fatos-manual-de-consulta-rapida-para-insonia</link>
      <description>Separata em parceria com Dra. Raitza dos Santos Lima sobre Insônia. Nesta separata abordamos algumas das consequências da do Transtorno de Insônia, como o absenteísmo, a queda de produtividade e acidentes no ambiente de trabalho.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Separata em parceria com Dra. Raitza dos Santos Lima sobre Insônia. Nesta separata abordamos algumas das consequências da do Transtorno de Insônia, como o absenteísmo, a queda de produtividade e acidentes no ambiente de trabalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim como qualquer manual sobre o tema, ressaltamos a importância da Higiene do Sono como primeira linha de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-vamos-aos-fatos.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-vamos-aos-fatos.jpg" length="413578" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 04 Aug 2022 16:37:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-vamos-aos-fatos-manual-de-consulta-rapida-para-insonia</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Um estudo sobre alimentos ultraprocessados</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/um-estudo-sobre-alimentos-ultraprocessados</link>
      <description>Um estudo publicado em 27 de Julho de 2022, na Neurology, demonstrou que os indivíduos que consumiam maiores quantidades de refrigerantes, batatas fritas e outros Alimentos Ultraprocessados (AUPs) tiveram o maior risco de desenvolver demência em comparação com participantes que consumiam menores quantidades desses alimentos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo publicado em 27 de Julho de 2022, na Neurology, demonstrou que os indivíduos que consumiam maiores quantidades de refrigerantes, batatas fritas e outros Alimentos Ultraprocessados (AUPs) tiveram o maior risco de desenvolver demência em comparação com participantes que consumiam menores quantidades desses alimentos. Além disso, para cada aumento de 10% no consumo de AUPs, as chances de desenvolver qualquer tipo de demência aumentam em 25%.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os AUPs são ricos em açúcar, gordura e sal e pobres em proteínas e fibras. Eles incluem refrigerantes, lanches salgados e açucarados, sorvetes, salsicha, frango frito, ketchup, maionese e cereais aromatizados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os autores selecionaram 72.083 indivíduos de um banco de dados contendo informações de saúde de 500.000 pessoas que vivem no Reino Unido e foram acompanhadas por 10 anos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em média, os AUPs compreendiam 9% da dieta diária das pessoas no grupo de menor consumo, correspondendo a 225 gramas por dia. Já no grupo de maior consumo, compreendiam 28% da dieta diária (814g).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Comparado com aqueles que consumiram a menor quantidade de AUPs, os participantes na categoria de maior consumo tiveram um risco 51% maior para desenvolver demência de Alzheimer e mais de 100% para demência vascular. Refrigerantes constituíram 34% da ingestão total de AUPs, sendo o item mais prevalente nos AUPs.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os pesquisadores também usaram os dados do estudo para estimar o que aconteceria se uma pessoa substituísse 10% dos AUPs que consumia habitualmente diariamente por alimentos não processados ou minimamente processados, como frutas frescas, vegetais, legumes, leite e carne. Eles estimaram que tal substituição estaria associada a um risco 19% menor de demência de Alzheimer e um risco 22% menor de demência vascular. Exemplificando: uma troca diária de 50 gramas de AUP - uma barra de chocolate - por uma porção de 50g de alimento não processado - meia maçã - diminuiria em 3% o risco de demência.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sabemos que uma reeducação alimentar completa é um processo que pode demorar, mas pequenas trocas diárias possuem um potencial excelente para a redução do risco de demência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/alimentosultraprocessados/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #alimentosultraprocessados
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/dem%C3%AAncias/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #demências
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatria
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6660282.jpeg" length="391372" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 04 Aug 2022 00:19:48 GMT</pubDate>
      <author>andersonsmsilva@gmail.com (Dr. Anderson Silva)</author>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/um-estudo-sobre-alimentos-ultraprocessados</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6660282.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6660282.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Publicações - Revista Brasileira de Medicina – Como Diagnosticar e Tratar Depressão</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-revista-brasileira-de-medicina-como-diagnosticar-e-tratar-depressao</link>
      <description>Artigo em colaboração com Dr. Kalil Duailibi, onde discutimos sobre as repercussões sistêmicas do Transtorno Depressivo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Artigo em colaboração com Dr. Kalil Duailibi, onde discutimos sobre as repercussões sistêmicas do Transtorno Depressivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma depressão não tratada aumenta em: 1,5 a 3,5 vezes o risco para Infarto Agudo do Miocárdio, 2,1 vezes o risco para Doença de Alzheimer, em 2 vezes o risco para Diabetes Mellitus e em 1,8 vezes o risco para Acidente Vascular Encefálico Isquêmico. Reiterando a necessidade de tratamento da Depressão para a manutenção da saúde física e psíquica.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-tratar-diagnosticar-depressao.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 02 Aug 2022 16:30:11 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Publicações</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-897817.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/dr-anderson-silva-psiquiatra-sp-publicacoes-tratar-diagnosticar-depressao.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Publicações - Esquizofrenia e a Síndrome de Down</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-esquizofrenia-e-a-sindrome-de-down</link>
      <description>Esquizofrenia e a Síndrome de Down são condições prevalentes na população geral, entretanto a comorbidade entre elas é rara.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esquizofrenia e a Síndrome de Down
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            são condições prevalentes na população geral, entretanto a comorbidade entre elas é rara. Esqui
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devido ao escasso material na literatura científica abrangendo tal comorbidade, decidimos realizar este relato de caso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo ressaltamos a dificuldade de manejo de casos com múltiplas comorbidades e a escassez de dados na literatura sobre estes casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar destas questões tivemos a oportunidade de observar melhora importante na qualidade de vida da paciente e de seus familiares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência Bibliográfica:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MESSIAS, M. P. ; SILVA, E. M. ; LAGO, L. N. ; MESTRELLI, L. G. ; ANDRADE, M. H. ; SILVA, A. S. M. . SÍNDROME DE DOWN E ESQUIZOFRENIA: UM RELATO DE CASO. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://revistardp.org.br/index.php/rdp/issue/view/3" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           REVISTA DEBATES EM PSIQUIATRIA
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , v. 9, p. 46-48, 2019.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/sindrome-down-esquizofrinia-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/sindrome-down-esquizofrinia-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg" length="68962" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 01 Aug 2022 16:26:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/publicacoes-esquizofrenia-e-a-sindrome-de-down</guid>
      <g-custom:tags type="string">Publicações</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/sindrome-down-esquizofrinia-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transtorno por Uso de Álcool (TUA)</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-por-uso-de-alcool-tua</link>
      <description>Para reduzir a prevalência do Transtorno por Uso de Álcool (TUA) é essencial identificar precocemente os fatores de risco que culminam com tal patologia.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para reduzir a prevalência do Transtorno por Uso de Álcool (TUA) é essencial identificar precocemente os fatores de risco que culminam com tal patologia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O uso excessivo de álcool é um dos principais fatores de risco para a saúde da população em todo o mundo, contribuindo para 3 milhões de mortes/ano.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Tal consumo geralmente se inicia na adolescência, sendo este um período chave para a iniciação e progressão do TUA. Vale lembrar que os adolescentes correm maior risco de sofrer consequências negativas para a saúde relacionadas ao abuso de álcool.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Academia Americana de Pediatria e a Associação Médica Americana recomendam a triagem universal do uso de substâncias para adolescentes sempre que receberem cuidados médicos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Comumente, médicos e outros profissionais avaliam o uso de álcool em adolescentes perguntando sobre a frequência e a quantidade de consumo de álcool, sendo o contexto social do consumo um fator pouco explorado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo citado teve uma amostra de 9025 adolescentes e adultos jovens norte-americanos, que foram acompanhados por 17 anos. Observou-se uma associação significativa entre uso solitário de álcool na adolescência e sintomas de TUA aos 35 anos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Especificamente, a chance de sintomas de TUA aos 35 anos foi 35% maior para usuários de álcool adolescentes solitários, além de um padrão mais grave de TUA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Este fator foi capaz de prever TUA na vida adulta independente de fatores de risco conhecidos, como frequência de consumo excessivo e características sociodemográficas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Identificar e intervir precocemente nos fatores de risco para o uso indevido de álcool é essencial para prevenir o desenvolvimento de TUA, sendo o uso solitário de álcool por adolescentes um sinal de alerta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/alcooleadolesc%C3%AAncia/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #alcooleadolescência
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatra/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatra
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/usosolitario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #usosolitario
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-288476.jpeg" length="208757" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 28 Jul 2022 00:16:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-por-uso-de-alcool-tua</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-288476.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-288476.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Depressão não tem relação direta com baixos níveis de serotonina</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/depressao-nao-tem-relacao-direta-com-baixos-niveis-de-serotonina</link>
      <description>Depressão não tem relação direta com baixos níveis de serotonina”. Seria interessante, para contextualizar a notícia.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vídeo sobre a notícia “Depressão não tem relação direta com baixos níveis de serotonina”.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Seria interessante, para contextualizar a notícia, conhecer os conflitos de interesses dos autores, que não foram mencionados em nenhum dos meios de comunicação que divulgaram a notícia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/conflitosdeinteresses/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           #conflitosdeinteresses
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatra/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatra
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/antidepressivos/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #antidepressivos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1134204.jpeg" length="465450" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 24 Jul 2022 00:13:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/depressao-nao-tem-relacao-direta-com-baixos-niveis-de-serotonina</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1134204.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1134204.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os transtornos de ansiedade são os transtornos psiquiátricos mais comuns</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/os-transtornos-de-ansiedade-sao-os-transtornos-psiquiatricos-mais-comuns</link>
      <description>Os transtornos de ansiedade são os transtornos psiquiátricos mais comuns. Poderiam ser considerados transtornos hebiátricos, uma vez que costumam se iniciar na adolescência.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os transtornos de ansiedade são os transtornos psiquiátricos mais comuns. Poderiam ser considerados transtornos hebiátricos, uma vez que costumam se iniciar na adolescência. Ao longo da vida estão associados à depressão, transtorno bipolar, insucesso escolar, uso de substâncias e suicídio.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Um dos mais fortes fatores de risco conhecidos para o desenvolvimento de um transtorno de ansiedade é ter pai ou mãe com transtorno de ansiedade - um efeito que aumenta caso os dois pais sejam afetados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Essa associação pode ser atribuída ao fato de os pais transmitirem o risco genético para seus filhos, mas não podemos esquecer do impacto do convívio e do ambiente familiar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Um estudo realizado entre 2013 e 2020 no Canadá e publicado este mês no JAMA Network, após avaliar 398 crianças, observou taxas de 7,8% de transtorno de ansiedade generalizada, 6,3% de transtorno de ansiedade social, 8,6% de transtorno de ansiedade de separação e 8% de fobia específica.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As taxas de transtornos de ansiedade ao longo da vida foram mais baixas em filhos em que ambos os pais não possuíam transtorno de ansiedade (23,7%), intermediárias em filhos em que um dos pais possuía transtorno de ansiedade (28,1%) e mais altas em filhos em que o pai e a mãe possuíam transtornos de ansiedade (41,4%).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Transtorno de ansiedade em um genitor do mesmo sexo foi significativamente associado a um diagnóstico de qualquer transtorno de ansiedade ao longo da vida na prole.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Conviver com um dos pais sem ansiedade foi associado a uma menor probabilidade de transtorno de ansiedade apenas quando o genitor era do mesmo sexo da prole.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Embora o estudo citado seja o primeiro a sugerir que a transmissão da ansiedade é pelo menos parcialmente específica para os pares de pais e filhos do mesmo sexo, existem evidências de que outras características complexas, incluindo obesidade, níveis de atividade física e comportamento suicida também são.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ansiedadepaterna/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #ansiedadepaterna
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/psiquiatra/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #psiquiatra
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/fatorderisco/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #fatorderisco
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/explore/tags/saude/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           #saude
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 21 Jul 2022 00:10:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/os-transtornos-de-ansiedade-sao-os-transtornos-psiquiatricos-mais-comuns</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos,Instagram</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-736843.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transtorno por uso de álcool e substâncias</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-por-uso-de-alcool-e-substancias</link>
      <description>O Transtorno Por Uso de Álcool e Substâncias é comumente conhecido por diversos outros nomes, como “vício” ou dependência. Porém, esse termos tratam o assunto por uma visão generalizada, o que não é o ideal.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transtorno Por Uso de Álcool e Substâncias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é comumente conhecido por diversos outros nomes, como “vício” ou dependência. Porém, esse termos tratam o assunto por uma visão generalizada, o que não é o ideal.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-uso-alcool-substancias-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, diversas pessoas passam por esse tipo de transtorno e, justamente em função dos termos negativos utilizados para falar sobre ele, acabam por ser negligenciadas das mais diversas formas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entenda o porquê da terminologia “transtorno” ser de uso mais adequado, os tratamentos envolvidos na busca pela cura de quem lida com ele e quebre alguns tabus que permeiam esse assunto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entenda a terminologia usada para o transtorno por uso de álcool e substâncias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terminologia Transtorno Por Uso de Álcool e Substâncias visa fazer algo muito importante para auxiliar a recuperação daqueles que sofrem com ele: remover a conotação negativa que muitas pessoas têm dos pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os transtornos, de forma geral, indicam que as pessoas que lidam com eles não conseguem se livrar completamente sozinhas de alguns comportamentos, sendo ideal que elas contem com auxílio profissional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É por isso que o uso de termos como “viciados” ou “dependentes” se mostra pejorativo, sendo preferível o termo dado por especialistas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os profissionais que auxiliam na recuperação desse tipo de transtorno estão os psicólogos, terapeutas ocupacionais, acompanhantes terapêuticos e psiquiatras. Entenda mais sobre ele!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O transtorno
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforme o nome indica, o Transtorno Por Uso de Álcool e Substâncias diz respeito ao uso de determinadas substâncias mesmo que elas já tenham causado uma série de problemas de natureza física ou psicológica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, diferente do que muitas pessoas imaginam, esse tipo de transtorno não diz respeito apenas a substâncias ilícitas. Nele, também estão contidas as lícitas, como o álcool.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fator relevante utilizado para a identificação do transtorno é justamente o fato do paciente não ser capaz de deixar de ansiar pela(s) substância(s) em questão. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O teor do transtorno
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda que relacione-se a “dependência” ao Transtorno Por Uso de Álcool e Substâncias, há uma explicação biológica que possibilita a compreensão acerca dele.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o Manual MDS, determinadas substâncias ativam o sistema de recompensa do cérebro. Isso, por sua vez, faz com que haja a ânsia constante pela sua ingestão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso pode ser feito até mesmo por meio de alguns medicamentos, tornando-os elementos capazes de impulsionar o transtorno. Seu uso – bem como o de outras substâncias – está relacionado a:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tornar alguém mais produtivo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhorar o humor;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estimular escapismos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em determinados rituais e religiões e muito mais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É óbvio que nem todas as pessoas envolvidas em situações como essas desenvolverão o transtorno. Porém, muitos casos advém pela busca de um desses e demais fatores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, é interessante apostar na tomada de medicamentos apenas sob prescrição médica. O acompanhamento constante de um psicoterapeuta, em qualquer época do ano, também é recomendado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já no que diz respeito à ingestão de álcool, parcimônia também é fundamental. Ainda que essa seja uma substância lícita, ela é pautada por recomendações dos órgãos de saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Buscando por auxílio profissional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É sabido que nem todos conseguem seguir as recomendações de ingestão de substâncias lícitas ou evitar as ilícitas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse momento, é importante saber que se você ou alguém próximo está lidando com esse tipo de situação, a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/psiquiatria/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ajuda profissional
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é fundamental e não deve ser negligenciada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A busca pelo fim da hostilidade que cerca esse tema tem justamente essa função: aproximar aqueles que precisam do tratamento adequado para sua condição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo do que se trata o Transtorno Por Uso de Álcool e Substâncias e de que forma ele pode ser devidamente identificado e tratado, não deixe de buscar por um profissional psiquiatra.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-uso-alcool-substancias-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg" length="186844" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 01 Jun 2022 18:54:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-por-uso-de-alcool-e-substancias</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-uso-alcool-substancias-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-uso-alcool-substancias-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transtorno de ansiedade como distúrbio mental</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-de-ansiedade-como-disturbio-mental</link>
      <description>Podemos definir o transtorno de ansiedade como sendo um distúrbio mental que se caracteriza pela preocupação excessiva ou pela expectativa apreensiva, persistente e que não se consegue controlar.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podemos definir o transtorno de ansiedade como sendo um distúrbio mental que se caracteriza pela preocupação excessiva ou pela expectativa apreensiva, persistente e que não se consegue controlar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-ansiedade-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" alt="Podemos definir o transtorno de ansiedade como sendo um distúrbio mental que se caracteriza pela preocupação excessiva ou pela expectativa apreensiva, persistente e que não se consegue controlar." title="Podemos definir o transtorno de ansiedade como sendo um distúrbio mental que se caracteriza pela preocupação excessiva ou pela expectativa apreensiva, persistente e que não se consegue controlar."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente, para ser diagnosticado com transtorno de ansiedade – que também pode ser chamado de transtorno de ansiedade generalizada ou simplesmente TAG – o paciente precisa apresentar esses sinais por pelo menos seis meses, e ainda estar acompanhado de, ao menos mais três dos sintomas abaixo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fadiga;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inquietação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade de concentração;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tensão muscular;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Irritabilidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perturbação do sono;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, também há indícios de outros sintomas que podem estar relacionados ao transtorno de ansiedade:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falta de ar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Palpitação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aperto no peito;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento da pressão arterial;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores de cabeça e musculares;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Taquicardia;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alteração de hábitos intestinais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Náuseas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sudorese excessiva;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Problemas no trato digestivo, tais como: vontade de vomitar, gases, diarreia, constipação, dores no estômago, cólicas e inchaço.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ficar ansioso é considerado uma reação natural que antecede algumas situações que podem provocar expectativas, dúvidas ou medo, como por exemplo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O nascimento de um filho;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma viagem;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um procedimento cirúrgico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A espera pela publicação dos aprovados no vestibular;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma entrevista de emprego;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A estréia de um espetáculo, filme ou série;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um momento delicado financeiramente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A espera para o pênalti ser cobrado;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dentre outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ansiedade natural serve como um alerta para o que está por vir, e mesmo sendo de difícil controle, é adaptável às condições da vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos dos transtornos de ansiedade generalizados, esses níveis de ansiedade são potencializados de modo totalmente desproporcional diante das situações que provocam expectativa, dúvida ou medo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O TAG ocorre sem motivo aparente para tamanha angústia, mas tende a causar sofrimento, interferindo diretamente na qualidade de vida, podendo afetar ainda, todo o círculo de convívio, desde o familiar até o social e o profissional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O transtorno de ansiedade generalizado pode afetar pessoas de qualquer idade, não tendo uma faixa etária específica para acontecer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com pesquisas, o transtorno de ansiedade acomete mais as mulheres do que os homens, mas isso não é uma regra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fatores que aumentam o risco da doença
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns estudos apontam que o transtorno de ansiedade generalizado está associado aos neurotransmissores que proporcionam ao cérebro a sensação de bem-estar e felicidade, ou seja, está diretamente relacionado aos hormônios serotonina, dopamina e norepinefrina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, existem ainda, alguns fatores que podem contribuir para a ocorrência do transtorno de ansiedade:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Baixa qualidade de vida;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando a pessoa tem traços de ansiedade na sua personalidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em razão genética / hereditária;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vivência de algum trauma de infância;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Presenciar situações dramáticas quando criança;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Questões hormonais. Por isso o fato das mulheres serem mais diagnosticadas com o TAG do que os homens;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Situações de estresse;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alimentação desregulada;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso excessivo de tabaco / nicotina;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Consumo excessivo de álcool;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso de drogas ilícitas, e também as lícitas, essas se forem sem a devida prescrição;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Condição crônica de saúde ou doença grave, como o câncer, por exemplo, que pode levar a preocupações com o futuro incerto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do transtorno de ansiedade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do TAG, outros distúrbios podem estar ligados à ansiedade patológica, entre eles:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Síndrome do Pânico – que surge sem razão, podendo durar poucos minutos ou ser mais longo. Caracterizado pela angústia, medo de sair de casa, medo da morte, tremores, falta de ar, taquicardia, dores no peito, dentre outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fobias – que consiste em um medo irracional de diferentes coisas, como por exemplo: lugares fechados, insetos, altura, entre outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Agorafobia – medo acerca de situações como: uso de transporte público, permanecer em locais espaços abertos ou locais fechados, sair de casa sozinho e ficar em meio a uma multidão. Estas situações provocam medo e ansiedade sendo ativamente evitadas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento do transtorno de ansiedade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O principal objetivo do tratamento para o transtorno de ansiedade generalizada é tentar fazer o paciente agir de forma normal no dia a dia, colocando certos limites às suas preocupações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente, o tratamento consiste em uma combinação de medicamentos com a TCC – Terapia Cognitivo-Comportamental. Estudos comprovam que a combinação desses dois elementos mostra mais eficácia no tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A medicação deve ser prescrita por profissional especializado (psiquiatra, clínico geral ou neurologista) e geralmente persiste por meses, até anos, devendo ser interrompida somente com a devida orientação médica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já a terapia, ajudará na compreensão comportamental e dará orientação de como controlar a ansiedade, diminuindo o sentimento de impotência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Buscar ajuda e fazer algumas alterações no estilo de vida são fatores essenciais para corroborar para uma boa recuperação.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/transtorno-ansiedade-dr-anderson-silva-psiquiatra-sp.jpg" length="116734" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 14 Apr 2022 19:47:47 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/transtorno-de-ansiedade-como-disturbio-mental</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Anorexia nervosa</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/anorexia-nervosa</link>
      <description>Na atualidade muito se discute a respeito dos transtornos alimentares, especialmente a anorexia. Por vezes, vemos esse diagnóstico sendo resumido a uma evitação de alimentos quando é algo muito mais complexo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na atualidade muito se discute a respeito dos transtornos alimentares, especialmente a anorexia. Por vezes, vemos esse diagnóstico sendo resumido a uma evitação de alimentos quando é algo muito mais complexo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/entenda-anorexia-nervosa-dr-anderson-silva-psiquiatra.jpg" alt="Na atualidade muito se discute a respeito dos transtornos alimentares, especialmente a anorexia" title="Na atualidade muito se discute a respeito dos transtornos alimentares, especialmente a anorexia"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a anorexia? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A anorexia nervosa é um transtorno alimentar que afeta o modo como a pessoa percebe seu corpo, buscando constantemente por emagrecer. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O indivíduo anoréxico se percebe como alguém com sobrepeso, mesmo que esteja muito abaixo do considerado saudável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este transtorno afeta o modo como a pessoa se comporta em relação a sua alimentação, tornando-a restritiva ou compulsiva, os subtipos da anorexia, sendo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na anorexia restritiva o paciente passa a eliminar grupos alimentares de sua dieta, conta calorias em todas refeições ou as pula, evitando comer. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na anorexia compulsiva o paciente evita comer até que perde o controle e se alimenta de modo voraz, se purgando em seguida para compensar a ingestão calórica. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos dois casos pode haver a presença de comportamentos purgativos, tais como: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Exercícios em excesso;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ingestão de laxantes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ingestão de diuréticos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A crença existente é de que nunca se está magro o bastante, o que tem como consequências atitudes que visam a constante perda de peso. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, embora exista um número considerável de homens diagnosticados com anorexia, a maior parte dos pacientes segue sendo jovens do público feminino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitos pacientes levam a doença a níveis extremos, chegando a caquexia, ou seja, um grau muito elevado de desnutrição. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relacionado a estes casos, estima-se uma taxa bruta de mortalidade de 5% por década.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na maioria das situações em que há diagnóstico de anorexia, observa-se que alguns fatores se destacam diante a relação com o surgimento da doença: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Predisposição genética; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pressão social e conceito da moda que determina o padrão de beleza; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pressão familiar; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alterações neuroquímicas cerebrais, alterando níveis neurotransmissores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante a variedade de fatores, é importante que haja atenção aos sintomas que indicam o início, considerando que qualquer pessoa pode ser afetada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa atenção deve ser redobrada quando se fala dos grupos de risco, nos quais incluem-se as pessoas que são consideradas sujeitas a sofrer pressão social para manterem uma estética específica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns dos grupos considerados de risco são: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atletas olímpicos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bailarinas; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adolescentes. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são os sintomas presentes na anorexia? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para melhor compreensão, os sintomas de anorexia podem ser divididos em três categorias: físicos, comportamentais e psicológicos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os sintomas físicos, destacam-se: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perda ou mudança frequente de peso; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ausência de menstruação em mulheres e diminuição de libido em homens; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tonturas constantes; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cabelos finos aparecendo por todo o corpo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto aos sintomas comportamentais, observa-se que o paciente apresenta: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comportamento de dieta – prática de jejum, eliminação de grupos alimentares, contagem de calorias; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso indevido de laxantes; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prática de exercícios de modo compulsivo – prática mesmo doente ou em tempo ruim; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Preocupação com a alimentação dos outros; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rituais obsessivos no preparo e ingestão de alimentos – cortar pedaços muito pequenos, comer muito devagar. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante os sintomas psicológicos é importante considerar aspectos como: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Preocupação excessiva com alimentação; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Depressão e ansiedade; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isolamento social; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Extrema insatisfação corporal; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Medo intenso de ganhar peso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível recuperar-se de um diagnóstico de anorexia? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com compromisso e auxílio adequado a recuperação torna-se possível. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento de alguém que foi diagnosticado com anorexia é diretamente relacionado ao cuidado psicológico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o período de terapia objetiva-se auxiliar o paciente a se recuperar psicologicamente, assim como fisicamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns dos aspectos focados neste trabalho se dão pelo comprometimento com a saúde, incentivo ao ganho de peso saudável e comportamentos funcionais frente a alimentação e prática de exercícios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda que o acompanhamento psicológico seja indispensável, é também muito importante que, se possível, seja feito um acompanhamento ambulatorial. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, o sujeito pode enfrentar a situação com o auxílio de uma equipe multiprofissional capacitada para tanto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os profissionais dessa equipe encontram-se o psicólogo, médico e nutricionista. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Anorexia Nervosa apresenta um elevado risco de suicídio, chegando a 12 suicídios completos a cada 100.000 pessoas por ano, sendo sempre indicada uma avaliação psiquiátrica para avaliar este risco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É esta equipe que, trabalhando em conjunto com o paciente, poderá tornar possível sua recuperação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O nível de compromisso da pessoa que sofre com a doença é também um fator indispensável para que o tratamento dê certo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda que o caminho para superar a situação possa se mostrar longo e difícil, a equipe multidisciplinar estará presente para auxiliar no que for necessário. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, aos poucos – mas, com eficiência – é possível possibilitar a recuperação do paciente, não só a um peso saudável, mas recuperá-lo em sua totalidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 08 Feb 2022 19:02:07 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Saúde Mental Pós Bariátrica</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/a-saude-mental-pos-bariatrica</link>
      <description>A execução da cirurgia bariátrica visa, além da perda de peso e melhoria das condições físicas, um aumento da qualidade de vida. Para isso, será essencial cuidar também da saúde mental pós bariátrica.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A execução da cirurgia bariátrica visa, além da perda de peso e melhoria das condições físicas, um aumento da qualidade de vida. Para isso, será essencial cuidar também da saúde mental pós bariátrica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6551058.jpeg" alt="A execução da cirurgia bariátrica visa, além da perda de peso e melhoria das condições físicas, um aumento da qualidade de vida. Para isso, será essencial cuidar também da saúde mental pós bariátrica." title="A execução da cirurgia bariátrica visa, além da perda de peso e melhoria das condições físicas, um aumento da qualidade de vida. Para isso, será essencial cuidar também da saúde mental pós bariátrica."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia bariátrica tem ganhado cada vez mais adeptos nos últimos anos. Este procedimento tem o intuito de diminuir o tamanho do estômago promovendo, desta forma, a perda de peso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de trazer diversos benefícios físicos para os pacientes, como a melhoria nos quadros de hipertensão e diabetes, os benefícios para saúde mental pós cirurgia bariátrica não são ainda amplamente discutidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabemos que o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar é essencial para o sucesso do tratamento. Entretanto, muitos pacientes não seguem o tratamento psiquiátrico pelo tempo necessário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais principais dificuldades dos pacientes pós bariátrica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após a realização do procedimento, a perda de peso excessiva gera uma dificuldade nos pacientes de se reconhecerem no novo corpo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o excesso de pele e a flacidez provenientes do emagrecimento geram grande desconforto fazendo com que muitos pacientes tenham vergonha e sofram dificuldades na integração social.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator importante para os pós bariátricos é a dificuldade em aceitar a nova rotina, já que mudanças importantes nos hábitos de vida são necessárias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ocorre que muitas angústias e problemas emocionais que antes eram descontados na comida passam a ocasionar outras formas de compulsão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devemos também considerar que a obesidade e a depressão são síndromes relacionadas, ou seja, a obesidade pode acarretar o início da depressão e vice versa. Desta forma, estes pacientes podem se submeter à cirurgia já com um histórico depressivo associado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este fator deve ser levado em consideração, pois a cirurgia bariátrica não foca diretamente o tratamento das alterações psicológicas ou comportamentais que podem estar associados à obesidade. Ou seja, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico é essencial para a melhoria do quadro geral do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar desta necessidade, muitos indivíduos costumam ter vergonha ou preconceitos em seguir um acompanhamento psiquiátrico. Em adição, isso pode encarecer o tratamento e não ser atrativo para o paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância do acompanhamento psiquiátrico para garantir a saúde mental pós bariátrica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O acompanhamento psiquiátrico é essencial antes e após a cirurgia bariátrica. Além disso, a saúde mental nestes pacientes deverá ser levada em consideração em curto e médio prazo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabemos que a presença prévia de um transtorno de humor ou outro transtorno psiquiátrico está associado negativamente a perda de peso. Ou seja, nos seis primeiros meses após a cirurgia bariátrica os pacientes que já tinham transtornos acabam perdendo menos peso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mesmo ocorre quando avaliamos os pacientes de 2 a 3 anos após o procedimento. Novamente observamos que pacientes com algum transtorno de humor têm menor perda de peso quando comparados a pacientes sem histórico de transtorno mental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras informações são também interessantes. Por exemplo, um estudo de 2019 fez um acompanhamento longitudinal de 2 a 3 anos em pacientes pós bariátrica e depois analisou estes mesmos pacientes após 7 anos do procedimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resultados mostram que em 2 a 3 anos após o procedimento pôde-se observar uma melhora dos transtornos mentais, principalmente transtornos ansiosos e depressivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destes pacientes avaliados, antes da cirurgia bariátrica 34,7% tinham algum transtorno mental. Após 4 anos do procedimento esta taxa caiu para 21%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar da redução ser considerável, não podemos deixar de levar em consideração que a taxa de pacientes com transtornos é ainda significativa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, observou-se que, com o passar dos anos, a quantidade de pacientes com transtornos aumentou novamente. Mais precisamente, após 7 anos do procedimento novamente cerca de 30% dos pacientes tinham algum transtorno mental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja, um número muito similar àquele encontrado antes da realização da cirurgia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa maneira, é importante pensar na importância do acompanhamento longitudinal desses pacientes. Isso porque, apesar de ocorrer uma diminuição inicial na prevalência de transtornos mentais, a longo prazo parece que eles acabam reincidindo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se considerarmos que estes pacientes, no geral, são acompanhados somente por 6 meses após a bariátrica, podemos concluir que muitas vezes a saúde mental acaba ficando de lado, o que não é o ideal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Concluindo…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podemos dizer que a melhora da saúde física é indiscutível após a bariátrica. Todavia, caso a pessoa tenha algum transtorno mental prévio, não podemos afirmar que o procedimento por si só proporcione uma melhora significativa na sua saúde global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque, ela terá sim uma redução do peso e melhoria de suas condições físicas. Entretanto, a presença de um transtorno mental continuará a existir, o que afetará negativamente saúde mental e a qualidade de vida e destes indivíduos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante avaliar que, quando uma pessoa busca fazer a cirurgia bariátrica, em última análise o objetivo é a melhoria da qualidade de vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, a maior parte das pessoas deixa de lado o acompanhamento psiquiátrico e a saúde mental, ou seja, acabam por não atingir seu objetivo principal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fica então evidente a importância de seguir o tratamento psiquiátrico não só nos primeiros meses após o procedimento, mas sim pelo tempo que for necessário para alcançar o equilíbrio emocional essencial para conquistar a qualidade de vida almejada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências Bibliográficas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kalarchian MA, King WC, Devlin MJ, et al. Psychiatric Disorders and Weight Change in a Prospective Study of Bariatric Surgery Patients: A 3-Year Follow-Up. Psychosom Med. 2016;78(3):373-381. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kalarchian MA, King WC, Devlin MJ, et al. Mental disorders and weight change in a prospective study of bariatric surgery patients: 7 years of follow-up. Surg Obes Relat Dis. 2019;15(5):739-748. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6551058.jpeg" length="475716" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 17:56:49 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Suicídio em veterinários</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/suicidio-em-veterinarios</link>
      <description>Sabemos que os profissionais da saúde, principalmente médicos, possuem uma taxa de suicídio superior à da população geral. Todavia, o que nem sempre levamos em consideração é a saúde mental e a taxa de suicídio em veterinários.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabemos que os profissionais da saúde, principalmente médicos, possuem uma taxa de suicídio superior à da população geral. Todavia, o que nem sempre levamos em consideração é a saúde mental e a taxa de suicídio em veterinários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos últimos anos, diversos estudos foram executados para avaliar a taxa de suicídios em veterinários, principalmente após 2014 quando ocorreu o suicídio da Dra. Sophia Yin, uma renomada veterinária dos Estados Unidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, um estudo publicado em 2015 pela Dra. Stoewen analisou a taxa de suicídios nestes profissionais nos Estados Unidos e identificou que ela é 2 vezes superior do que a taxa de suicídios em médicos e quase 4 vezes maior do que a taxa na população geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses são dados bastante preocupantes e, diante destas informações, torna-se essencial compreender quais fatores podem provocar a elevada taxa de suicídios de veterinários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os fatores associados à grande quantidade de suicídio em veterinários?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compreender as causas associadas ao suicídio em veterinários é essencial para atuar neste problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo publicado no 2010 trouxe algumas elucidações importantes. De acordo com os pesquisadores, os veterinários que trabalhavam com eutanásia tinham taxas de suicídio muito mais altas quando comparadas aos que não trabalhavam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, nos veterinários não faziam eutanásias as taxas de suicídio eram mais próximas das taxas da população geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, uma pesquisa realizada em 2014 com 11.000 veterinários apontou que 9% deles tinham algum estresse psicológico grave, 31% tinham episódios depressivos e 17% tinham ideação suicida depois de se formarem na faculdade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No geral, a pesquisa sugere que pelo menos 1 a cada 10 veterinários sofre de algum transtorno mental, mas que somente metade procura tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator importante que devemos considerar diz respeito às condições financeiras destes profissionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este mesmo estudo realizado em 2014 observou que 1 a cada 5 veterinários sofria cyber bullying pelos donos dos animais porque se recusaram a prestar serviços gratuitos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a pesquisa em questão revelou que 1 a cada 4 veterinários recebiam pedidos para não cobrarem pelos seus serviços.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse aspecto é bastante preocupante, pois, principalmente nos Estados Unidos, os veterinários saem da faculdade com uma dívida de mais de 150.000 USD referente aos custos com sua formação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somado a isso, os primeiros empregos para veterinários pagam entre 22.000 a 40.000 USD por ano, ou seja, eles tendem a ficar endividados por um certo tempo até conseguirem pagar esse débito universitário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outros fatores que podem estar entre a lista de motivos para estes casos são as cargas elevadas de trabalho e a sensação de não ser um bom profissional ao não conseguir salvar a vida de um animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que pode ser feito para combater esta situação?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A conscientização é sempre um passo importante na luta contra as doenças mentais e o suicídio. Conhecer e falar sobre este assunto é fundamental e pode incentivar muitos veterinários a procurarem ajuda de um profissional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante disso, em 2014 a doutora Nicole McArthur fundou o “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.nomv.org/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Not One More Vet
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, uma organização para evitar suicídios em veterinários que atualmente já tem mais de 16.000 membros pelo mundo todo, não só nos Estados Unidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A organização visa oferecer suporte aos veterinários colocando-os em contato de modo que percebam que não estão sozinhos no enfrentamento dos desafios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, oferece auxílio e apoio para que aprendam sobre autocuidado, depressão, felicidade e o caminho para a auto aceitação e realização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E no Brasil, como fica essa questão?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um ponto de alerta importante é a situação mental dos veterinários no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Poucos são os estudos que abordam esta questão no nosso país, mas muito provavelmente tenhamos taxas semelhantes àquelas apresentadas em estudos nos Estados Unidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, o fato de não termos um olhar muito específico para essa questão no Brasil torna a situação ainda mais crítica. Isso porque, como já falamos, conhecer e abordar abertamente um problema é uma das melhores formas de solucioná-lo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, caso você seja veterinário ou conheça profissionais que possam estar em situações de risco, saiba que com a ajuda de um psiquiatra é possível solucionar esta questão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não deixe o cuidado mental para depois!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências Bibliográficas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stoewen DL. Suicide in veterinary medicine: let’s talk about it. Can Vet J. 2015;56(1):89-92.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bartram DJ, Baldwin DS. Veterinary surgeons and suicide: a structured review of possible influences on increased risk. Vet Rec. 2010 Mar 27;166(13):388-97.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg" length="79502" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 12 Dec 2021 17:33:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/suicidio-em-veterinarios</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Precisamos falar mais sobre suicídio</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/precisamos-falar-mais-sobre-suicidio</link>
      <description>Não é de hoje que especialistas apontam que é preciso falar mais sobre o suicídio. Afinal, os dados comprovam um aumento de 7% nessa taxa no país, segundo o site G1.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é de hoje que especialistas apontam que é preciso falar mais sobre o suicídio. Afinal, os dados comprovam um 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/09/10/na-contramao-da-tendencia-mundial-taxa-de-suicidio-aumenta-7percent-no-brasil-em-seis-anos.ghtml" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aumento de 7%
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            nessa taxa no país, segundo o site G1.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-prevencao-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa temática é levada por alguns como brincadeira, mas, diferentemente disso, é muito sério – especialmente ao se levar em conta que a tendência mundial tem sido a de diminuição das mortes por autocídio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo essas informações em mente, mais informações sobre o assunto, métodos de prevenção e possíveis soluções serão discutidas a seguir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é o suicídio?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O suicídio, em si, vai muito além da morte auto infligida. Ele trata de uma série de fatores que se desenrolam até o fatídico momento em que uma pessoa decide buscar tirar a própria vida – e é sobre isso que é preciso falar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O autocídio, outro termo para suicídio, é uma consequência de diversas doenças que, há alguns anos, eram banalizadas ou levadas como pouco sérias por familiares e amigos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, especialmente em função do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/setembro-amarelo-prevencao-ao-suicidio/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           setembro amarelo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , mais pessoas têm acesso a informações que apontam que doenças como 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/adolescentes-depressao/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           depressão e ansiedade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , por exemplo, são de fato doenças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, de nada adianta falar sobre o setembro amarelo se ainda existem pessoas que se negam a se desfazer da ideia de que a ajuda necessária para isso, geralmente envolvendo psicólogos e psiquiatras, é coisa de “louco”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ajuda profissional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforme dito, não é nada incomum observar a presença de doenças adjacentes com tendências suicidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As doenças em questão são inúmeras, podendo incluir esquizofrenia, depressão, ansiedade, transtornos de personalidade, como o borderline e demais outras doenças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ponto em questão, aqui, é que nem todas são tratadas da mesma forma. Portanto, para que se previna o suicídio como consequência final de tais doenças, é preciso contar com ajuda profissional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prevenção ao suicídio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, o Brasil conta com uma 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="tel:180" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           linha gratuita de prevenção ao suicídio
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            – 180. Porém, de forma aliada a ela, é fundamental a busca pelo tratamento psicológico e psiquiátrico como forma de prevenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez que cada doença que pode levar a essa ação demanda um tratamento diferente, seja ele medicamentoso ou não, apenas um (ou mais) especialista no assunto será capaz de recomendar o procedimento adequado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pessoas que não têm condição financeira de pagar por uma consulta podem buscar por centros de auxílio locais ou até mesmo por universidades estaduais, federais e particulares. Muitas delas oferecem consultas gratuitas ou em conta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seja como for, é fundamental compreender o atendimento profissional como a maior prevenção possível ao suicídio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fatores de risco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compreendendo a importância da atuação profissional no que diz respeito ao suicídio e sabendo que ele está amplamente conectada a doenças adjacentes, é ainda interessante conhecer alguns fatores de risco associados a ele.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, o suicídio está, também, associado a diversas atividades do dia a dia, que resultam em uma bola de neve que culmina na desesperança. Podem ser citados:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso de substâncias ilícitas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso de substâncias lícitas em demasia;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Baixa qualidade de vida;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Problemas financeiros;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Medos paralisantes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores incapacitantes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pressão social generalizada (seja por boas notas, profissão, resultados…);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Insônia, dentre outros fatores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sozinhos, esses pontos não tendem a serem conectados diretamente ao autocídio. Porém, eles tendem a se relacionar com as doenças acima citadas, especialmente com depressão e ansiedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fale com um especialista!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você – ou alguém próximo a você – está apresentando sintomas como baixo astral, sonolência constante, crises de choro ou de ansiedade, desânimo, falta de iniciativa e verbalizações preocupantes, não deixe de buscar ajuda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O suicídio é um assunto sério e que deve ser normalizado. Afinal, há tratamento para suas doenças adjacentes – e eles podem ser a salvação de alguém. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-prevencao-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg" length="64430" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 28 Jul 2021 18:41:26 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/precisamos-falar-mais-sobre-suicidio</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-prevencao-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/suicidio-prevencao-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Is Schizophrenia a Risk Factor for Breast Cancer?</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/is-schizophrenia-a-risk-factor-for-breast-cancer</link>
      <description>Artigo que utiliza modelos genéticos e análise estatística para avaliar a correlação entre Esquizofrenia e Câncer de Mama.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enda M. Byrne; Manuel A. R. Ferreira; Angli Xue; Sara Lindström; Xia Jiang; Jian Yang; Douglas F. Easton; Naomi R. Wray; Georgia Chenevix-Trench
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Schizophr Bull. 2019;45(6):1251-1256. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/esquizofrenia-cancer-mama-dr-anderson-silva-psiquiatra.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Artigo que utiliza modelos genéticos e análise estatística para avaliar a correlação entre Esquizofrenia e Câncer de Mama. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Foi encontrada uma correlação positiva entre esquizofrenia e CA de mama em mulheres, sendo que pacientes esquizofrênicos apresentam um risco aumentado para Câncer de Mama.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O contrário não se provou verdadeiro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo no entanto não consegue chegar a uma conclusão quando ao mecanismo por qual esse risco aumentado é estabelecido. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que cigarro foi considerado nas análises estatísticas, visto que trata-se de um fator de risco para Câncer de mama e uma comorbidade frequente da Esquizofrenia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém independentemente do tabagismo esquizofrenia se manteve como uma fator de risco. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma hipótese levantada foi que pacientes esquizofrênicos muitas vezes fazem uso de antipsicóticos que causam aumento dos níveis de prolactina e estes níveis elevados são um fator de risco para Câncer de Mama.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infelizmente esta hipóteses não pode ser avaliada porque o tempo médio de acompanhamento de estudos com um dos antipsicóticos que mais cursa com aumento da prolactina é de apenas 1,29 anos, quando seriam necessários estudos longitudinais de muitos anos para avaliar este risco. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A hipótese mais provável no entanto é que ambas as doenças apresentem genes de risco em comum, algo que ainda precisa ser melhor elucidado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este artigo nos reforça a necessidade de encorajar screening de Câncer de mama em mulheres com Esquizofrenia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/esquizofrenia-cancer-mama-dr-anderson-silva-psiquiatra.jpg" length="34645" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 21 May 2021 19:08:35 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/is-schizophrenia-a-risk-factor-for-breast-cancer</guid>
      <g-custom:tags type="string">Artigos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Prevenção da Obesidade e Saúde Mental</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/prevencao-da-obesidade-e-saude-mental</link>
      <description>Dia 11 de outubro é o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, data que foi criada com intuito de conscientizar sobre a doença e preveni-la. Dr. Anderson Silva, psiquiatra, fala sobre o assunto!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dia 11 de outubro é o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, data que foi criada com intuito de conscientizar sobre a doença e preveni-la. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é uma epidemia moderna. Para se ter uma ideia, no Brasil, 19,8% da população é obesa e 55,7% tem excesso de peso, segundo pesquisa realizada em 2018 pelo 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/45612-brasileiros-atingem-maior-indice-de-obesidade-nos-ultimos-treze-anos#:~:text=O%20Brasil%20nos%20%C3%BAltimos%20tr%C3%AAs,81%2C1%25%2C%20respectivamente." target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ministério da Saúde
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6923417.jpeg" alt="Dia 11 de outubro é o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, data que foi criada com intuito de conscientizar sobre a doença e preveni-la." title="Dia 11 de outubro é o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, data que foi criada com intuito de conscientizar sobre a doença e preveni-la."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, sabemos que a obesidade é uma doença multifatorial, ou seja, diversas podem ser as causas que levam o paciente a esta condição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre elas, podemos citar os transtornos mentais, como transtornos ansiosos e transtornos do humor. Muitas vezes, esses transtornos são negligenciados na prevenção ou tratamento da pessoa obesa, o que pode dificultar ou impossibilitar o alcance dos resultados desejados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, considerando que a obesidade causa muitos malefícios para a saúde e que a maior parte dos pacientes apresenta dificuldade de perder peso, sua prevenção torna-se essencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais causas da obesidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em linhas gerais, a obesidade é causada quando o consumo de calorias excede o gasto calórico do indivíduo e isso geralmente ocorre devido sedentarismo e os hábitos alimentares não saudáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, a dieta de grande parte da população brasileira é rica em alimentos ultraprocessados, com elevadas concentrações de gorduras e açúcares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, cerca de 61,9% da população brasileira ainda é sedentária e, desta forma, não queima calorias suficientes para manter o peso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Todavia, esta relação não é tão simples quanto parece já que, na maioria dos casos, algum fator psicológico ou transtorno mental pode causar esses comportamentos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, outros problemas de saúde podem causar a obesidade como, por exemplo, distúrbios hormonais, a síndrome de Prader-Willi e a síndrome de Cushing.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consequências da obesidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A obesidade causa uma série de prejuízos para saúde, por exemplo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hipertensão;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diabetes tipo 2;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Colesterol alto;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sobrecarga na coluna, quadril e joelhos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Distúrbios do sono;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Problemas respiratórios;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Depressão;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apneia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, frequentemente esta doença gera um quadro de baixa autoestima sendo que, em muitos casos, esses fatores não são apenas consequências, mas também são causas da obesidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância da prevenção da obesidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dada a complexidade da doença, o ideal será sempre atuar na prevenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para tal, dois fatores são importantes: uma dieta adequada e a prática de atividades físicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, atuar de modo a identificar e tratar eventuais problemas psicológicos e trasntornos mentais será essencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidados mentais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença de um transtorno de humor ou outro transtorno psiquiátrico, na maioria dos casos, está associado ao ganho de peso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, estes transtornos dificultam pacientes com sobrepeso ou obesos emagrecerem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, fica evidente a importância do acompanhamento psiquiátrico na prevenção ou combate da obesidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma consulta psiquiátrica pode ajudar o paciente não só nesta luta, mas também a encontrar maior bem estar e qualidade de vida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alimentação saudável
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, o ritmo intenso das nossas rotinas impõe certas dificuldades para planejarmos nossa alimentação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que ocorre é que acabamos cedendo às opções de alimentação rápida que são pouco nutritivas, mas ricas em calorias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, adequar a alimentação será um dos primeiros passos para prevenir a obesidade e essa alteração nos hábitos alimentares poderá trazer muitos benefícios para nossa saúde como um todo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prática de atividades físicas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prática de atividades físicas é importante tanto para o tratamento quanto para a prevenção da doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, traz diversos benefícios para nossa saúde, por exemplo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fortalece os músculos e melhora o condicionamento físico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ativa a circulação sanguínea;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Eleva a liberação da endorfina, que proporciona maior bem estar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumenta a autoestima;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alivia o estresse;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhora qualidade do sono.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ideal seria adotar a prática de alguma atividade física como um hábito para não passar longos períodos sem executá-las e ter que recomeçar a todo momento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como vimos, a prevenção da obesidade é muito importante e merece atenção, dada a complexidade desta doença. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso você esteja acima do peso e sinta algum incômodo em relação a sua autoimagem, não hesite em procurar ajuda de profissionais especializados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma equipe multidisciplinar poderá lhe auxiliar a fazer um diagnóstico adequado e iniciar um tratamento personalizado para você.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6923417.jpeg" length="734083" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 11 Oct 2020 11:46:07 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Procrastinação e hábitos indesejados</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/procrastinacao-e-habitos-indesejados</link>
      <description>Embora a procrastinação seja um hábito ruim, você provavelmente já passou por isso em algum momento da vida. Quantas vezes você já adiou um compromisso? Enrolou até deixar uma tarefa para última hora?</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora a procrastinação seja um hábito ruim, você provavelmente já passou por isso em algum momento da vida. Quantas vezes você já adiou um compromisso? Enrolou até deixar uma tarefa para última hora?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/procrastinacao-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg" alt="Embora a procrastinação seja um hábito ruim, você provavelmente já passou por isso em algum momento da vida.  Quantas vezes você já adiou um compromisso? Enrolou até deixar uma tarefa para última hora?" title="Embora a procrastinação seja um hábito ruim, você provavelmente já passou por isso em algum momento da vida.  Quantas vezes você já adiou um compromisso? Enrolou até deixar uma tarefa para última hora?"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente esse hábito aparece quando precisamos concluir uma tarefa considerada difícil, complicada, desafiadora ou que vemos como chata.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A procrastinação gera outros sentimentos, a pessoa pode se sentir mais ansiosa, com problemas de autoestima e até mesmo mais irritada quando deixou tudo para um curto espaço de tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o comportamento passa a fazer parte do nosso dia-a-dia pode ser extremamente prejudicial em todos os níveis e por isso é importante criar estratégias para aumentar a produtividade e solucionar o problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, o que é procrastinação?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procrastinar é um comportamento relacionado ao adiamento voluntário de tarefas, seja um projeto acadêmico, uma atividade do trabalho ou mesmo uma tomada de decisão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na linguagem popular podemos dizer que procrastinar é o famoso ‘’deixar para amanhã’’.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ato não só adia a tarefa, como faz com que o indivíduo demore muito mais tempo do que o necessário para realizar a tarefa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As consequências são pessoas correndo contra o tempo, perdendo qualidade de vida (porque estão sempre pensando no que deveriam estar fazendo) e até mesmo entregando algo com uma qualidade abaixo do esperado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicas para vencer a procrastinação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identifique um padrão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro passo para vencer a procrastinação é observar o que leva a esse hábito. Faça uma observação da sua rotina, dos horários que se sente mais produtivo, perceba em quais tarefas consegue produzir melhor, anote sobre aquelas onde mais enrola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com todos esses dados você consegue pensar nas melhores estratégias para diminuir os hábitos ruins do seu dia-a-dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Faça uma coisa de cada vez
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Produtividade não tem relação nenhuma com a quantidade de tarefas que você faz ao mesmo tempo, pelo contrário, tentar dar conta de diversas coisas pode ser um sinal de procrastinação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estar com muitas coisas para fazer ao mesmo tempo, por vezes, é sinal que você enrolou tanto que a situação saiu do seu controle e isso pode fazer com que você não entregue nenhuma delas com qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidado com a culpa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A culpa é um sentimento atrelado à procrastinação, passamos a nos culpar por não sermos tão produtivos quanto gostaríamos e isso pode fazer com que você perca ainda mais o foco e continuar com hábitos ruins.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tente pensar que isso está acontecendo por algum motivo em sua vida, por exemplo, desmotivação em relação ao seu trabalho. A procrastinação pode ter um motivo a ser resolvido por trás, além das mudanças de hábitos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se perdoar e tentar entender o que está te levando nesse processo é mais eficaz do que a culpa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Utilize técnicas de gerenciamento de tempo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As técnicas de gerenciamento de tempo podem ser grandes aliadas na luta contra a procrastinação. A mais conhecida e utilizada é a técnica Pomodoro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na técnica Pomodoro existe o período de trabalho, onde acontece o foco total na tarefa que está sendo realizada e depois existe os minutos de descanso, depois de 4 ciclos completos acontece uma pausa maior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem aplicativos que podem te auxiliar no gerenciamento de tempo e aumentar a produtividade com as tarefas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tente bloquear os estímulos externos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A procrastinação pode fazer com que tudo seja uma distração para enrolarmos no momento da realização da tarefa, portanto, qualquer barulho pode tirar o foco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As notificações do celular se tornam um prato cheio para mergulharmos nas redes sociais, esquecendo totalmente onde paramos na tarefa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso perceber o que te causa distração e bloquear esses estímulos podem ajudar, no caso do celular, deixando mais longe de você, utilizando o modo avião, etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Divida as tarefas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, que tal criar uma lista enumerando passos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considere começar pelos passos mais difíceis dentro de uma tarefa, você vai se sentir mais motivado conseguindo terminar e quando estiver mais cansado, vai faltar a parte mais fácil de ser realizada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procrastinação devido a transtornos mentais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem alguns transtornos mentais que apresentam a procrastinação como um sintoma, entre eles o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade por exemplo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso a procrastinação venha desde a infância ou mesmo com as medidas acima uma melhora não for observada, uma avaliação psiquiátrica pode ser indicada.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/5c03bd7e/dms3rep/multi/procrastinacao-dr-anderson-silva-psiquiatra-sao-paulo.jpg" length="78033" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 04 Aug 2020 18:11:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/procrastinacao-e-habitos-indesejados</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Uso de antidepressivos durante a gestação</title>
      <link>https://www.drandersonpsiquiatra.com.br/uso-de-antidepressivos-durante-a-gestacao</link>
      <description>Apesar da gravidez ser um momento que traz uma série de aspectos positivos, em alguns casos a depressão poderá ocorrer. Neste momento, surgem questionamentos sobre o uso de antidepressivos durante a gestação.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar da gravidez ser um momento que traz uma série de aspectos positivos, em alguns casos a depressão poderá ocorrer. Neste momento, surgem questionamentos sobre o uso de antidepressivos durante a gestação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-952597.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A gestação é um momento bastante complexo na vida de uma mulher. Apesar de ser uma fase que pode trazer grandes alegrias, é também um período no qual a nova mãe encontra-se bastante vulnerável e cheia de inseguranças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, sabe-se que a gestação não protege a mulher de transtornos mentais, como pensava-se há tempos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelo contrário, as taxas de depressão na gestação podem chegar a 20%. Inclusive, mulheres que tiveram depressão anteriormente costumam apresentar recorrência na gravidez ou no pós-parto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta condição traz riscos para a mãe e para o feto. Isso porque, a mulher com quadro depressivo pode não dar atenção ao autocuidado e nutrição adequados, além de estar mais exposta ao uso do álcool, cigarro e outras drogas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante disso, surge um questionamento sobre o uso de medicamentos antidepressivos durante a gestação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antidepressivos durante a gestação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda hoje, o uso de antidepressivos durante a gestação é muito discutido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo publicado em 2020 pelo 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://jamanetwork.com/journals/jamapsychiatry/article-abstract/2769190" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           JAMA Psychiatry
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            analisou mais de 30 mil casos de crianças nascidas com alguma malformação, tendo um grupo de controle de 11.478 crianças sem defeitos congênitos. A pesquisa foi realizada entre 1997 e 2011 nos EUA. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado nos mostra que, para os casos de crianças que nasceram com malformações, 5,1% das mães fizeram uso de antidepressivos durante a gestação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o estudo traz a informação que as mães que utilizavam antidepressivos, quando comparadas àquelas que não utilizavam, tiveram um aumento nas chances de ter fetos com malformação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar desta informação, o risco do uso destes medicamentos é bastante atenuado quando outras condições são consideradas, como depressão, ansiedade e síndrome metabólica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque, também estas questões são fatores de risco para defeitos congênitos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipos de medicamentos utilizados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No que se refere ao tipo de medicamento utilizado, até então, a Sertralina era associada a menores riscos na gestação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desde 2002, a prescrição deste medicamento aumentou muito graças ao resultado de um estudo que apresentava o remédio como aquele que apresentava menor relação com casos de malformações fetais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste estudo de 2020, porém, surge a informação que o Escitalopram foi o antidepressivo menos associado a defeitos congênitos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em contrapartida, a Venlafaxina foi o medicamento que apresentou maior risco para a ocorrência de malformação fetal. Todavia, esta informação deve ainda ser confirmada por mais estudos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um ponto importante a considerar é que, apesar de trazer resultados muito interessantes, o estudo não levou em consideração diversas variáveis relevantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, a situação socioeconômica, exposição a toxinas e uso de substâncias pelas gestantes são fatores de risco que não foram abordados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considerando que estes fatores também são relacionados a defeitos congênitos, se fossem analisados, o risco do uso de antidepressivos poderia ter sido ainda menor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como fazer o tratamento de gestantes com problemas mentais?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante de tantas questões pode ficar o questionamento de qual a melhor abordagem para o tratamento de gestantes com doenças mentais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro ponto a considerar é que o tratamento de mulheres nestas condições deverá ser feito com uma atuação conjunta entre o obstetra e o psiquiatra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, será essencial sempre pesar o risco benefício de deixar uma depressão não tratada nesta fase. Isso porque, esta condição, além de gerar risco de defeitos congênitos para o feto, pode colocar em risco a vida da mãe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator importante é que a própria mãe será essencial nesse processo, sendo que ela deverá fazer parte dessa decisão. Claro que, para tal, ela deverá ser devidamente orientada sobre todos os riscos e benefícios associados às suas escolhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de alguns riscos associados, em linhas gerais o uso de antidepressivos na gestação pode ser interessante em casos de depressão e ansiedade graves que não respondem à terapia não medicamentosa. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Wed, 12 Feb 2020 17:40:57 GMT</pubDate>
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